Who Farted? - O Blog.
16 fevereiro 2011
21st Century Boy
Não adianta lutar. Passo as noites acordado, e as manhãs acordado e trabalhando. Dormir, só à tarde, se o telefone não toca.
Não que eu quisesse assim. Eu bem que poderia acordar cedo... Tipo... Inventar de dormir umas 3 da manhã e acordar de 10, passando o dia acordado. Mas a biologia não me permite.
Já falei que se acordar cedo definisse o sucesso de alguém, galinha não se amontoava em um puleiro?
Pois é. No chance.
Vendo pelos olhos do futuro, mais uma vez eu pareço estar à frente de meu tempo. Acho que vou morar em Punta Del Leste (se você souber do que estou falando).
É fato que, em poucos anos, se continuarmos dando defeito na camada de ozônio, todos teremos de viver de noite, e dormir de dia.
Esta, até onde posso perceber, é uma evolução necessária à raça humana.
Ou isso, ou uma pílula tipo Aspirina pra sarar câncer de pele overnight.
E se a água no mundo ficar realmente escaça? Só nos restará cerveja.
O mesmo se pode dizer da alimentação noturna, em caso de falta de carne. O futuro é coxinha de soja com fiapos de frango, e isso já é bem vendido nas madrugadas recifenses.
Moral da história: Se liga! Os bancos precisam começar a abrir às 16:00hs (como em Punta).
Simbora que hoje é dia de b(r)anco.
Cada um com seu horário, mas trabalhar é preciso (viver não é preciso).
21 janeiro 2008
Levando a sério
18 agosto 2007
Nos Domínios da Preguiça Gigante
Tenho conseguido bater meu recorde máximo de permanência corrida em solo Jaboatonense, mesmo apesar de todo o sol, praia, piscina (hehehe) e padarias que produzem o mais fino bolo do interiorzim (seco e mal recheado, para tomar com café bem doce... hrrrg).Mas enfim, parece que precisarei ceder às pressões psicológicas e bancárias, e aceitar algumas jornadas a trabalho, na terra da preguiça gigante (terrinha do Jorge Amado).
Esqueçam Paris, Londres, Nova York... O lance agora é Petrolina, Paulo Afonso e Feira de Santana (a terrinha do Bira do Jô)...
É... Parece que existe gente que abre suas empresas nestes locais... Podem acreditar... ;) E deve ser interessante... Já conheço razoavelmente Paulo Afonso e Feira de Santana, mas agora terei a oportunidade de conhecer a grande metrópole dos interiorzins, a grande e bela Petrolina... :O
Emocionante, não é? Hmmmm... Quero uma Coca-Cola bem gelada, please... E uma barra de Cream´n´Cookies sem derreter (não estranhe esta exigência, se vc não conhece o nordeste).
Ah... Claro... Como sei que, para meus amigos paulistas, passou de Minas Gerais pra cima, no mapa, é tuuuudo Bahia, vale uma explicação necessária: Esta foto acima é de uma preguiça gigante encontrada em território bahiano legítimo... E lhes garanto: Não foi um mero acaso... (Não! Não! Jamais diria que existe preguiça na Bahiaiá! É que os caras trabalham tanto, mas tanto, que encontraram esta preguiça imensa, enterrada por lá...).
Vixxxxxi maria... hehehehe... Brincadeirinha... Meus amigos da Bahia sabem que tenho vários amigos e amigas especiais por lá...
No mais, a vida anda bastante paypalizada nestes últimos dias, o que me parece um bom investimento em tempos de alguma alta no dólar (até o fechamento deste post, pelo menos... Mas quem realmente se importa? hrghhhhh...)
Aqui vai minha pitada de reclamação da vida, para não perder o hábito... "Não aguento mais trabalhar em Lan House cheia de moleques peidões (Who Farted?) gritando, e gritando, e gritando... Jogando, Jogando e Jogando.... Caramba! Abrindo a porta desta lan house onde estou, pode se ver o mar, lindas meninas de biquini, um boteco com teto de palha, cerveja gelada, churrasquinho de sardinha (hehehe)... Será que essa criançada não enxerga isso não? Putzzzz... Se eles tivessem crescendo em São Paulo, saberiam aproveitar melhor tudo isto aqui..."
Ainda ontem, um cliente de São Paulo me perguntou... "Porque você não muda logo daí?"...
Putzzz... Eu cresci em São Paulo... Preciso explicar mais alguma coisa?
E vamos lá! Rumo à preguiça gigante!
Fuuuuui!
04 agosto 2007
Uma Noite de Fúria!
Tá certo... Não vou negar... Fui convencido a entrar em mais uma roubada clássica das noites recifences, pelo meu amigo The Manager, sempre com o apoio do The Kamel (The Amazing Brazilian Benicio Del Toro Cover - o Marido da Adeeevogada). Afinal, já que o carro estava de molho graças a um IPVA no prego, nada mais justo do que pagarmos nossa conta com a sociedade indo para a fantástica Torre Malakoff, no centro da cidade, utilizando a rede pública de transportes, sempre acompanhados por dúzias de turistas alemães e holandeses de mochila (tá certo... Mentira... Estou exagerando pra deixar a cena mais cinematográfica).
Nesta noite, acontecia um evento que promovia o encontro de músicos da África de língua portuguesa, com músicos locais.
ÔOooba! Será que vamos ver Salif Keita?
Merda nenhuma.... Os africanos estavam na platéia. No palco, uma professora musicista da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) cantando música de lavadeira, acompanhada por aquelas percussões... Ah... Cê já sabe como são essas coisas... Nem vou gastar meu teclado tentando explicar a chatice intelectualóide pseudo-marxista-retrogrado-de-já-vu.
E a cerveja???? "A cerveja acabou", disse o carinha do bar...
"Mas como assim acabou? Que espécie de evento é esse, em que seu público pagante não é respeitado?????" - Imaginei...
Mas ooops.... Era um evento gratuito... :(
Melhor sair de fininho e encontrar algum lugar onde se possa pagar para entrar e reclamar. ;)
Sendo assim, com algumas doses de whisky compradas em uma barraca turística na frente da torre na cachola, e quase sendo comido vivo, violado sexualmente e emocionalmente pelo olhar de uma linda e sexy loirinha intelectualóide ao estilo "sou-muito diferente-pois-uso-estas-roupinhas-alternativas-iguaizinhas a-todos-os-que-são-diferentes-e-gosto-de-filmes-iranianos", seguimos rumo ao bar Burburinho para ver um excelente show de blues de uma banda local, e tentar tomar uma boa cerveja gelada.
Como era de se esperar, agora que pagamos para entrar, eu podia botar a boca no mundo para achar ruim o fato de que a cerveja Bohemia havia acabado, e estávamos sendo presenteados com a obrigação de consumir aquela cerveja Skol com gosto de boteco da Barra Funda... Urghhhhhh....
Fechamos o bar e seguimos para o after hours no velho Garage, desta vez, no bairro da Torre e não mais na Torre (well... Ou quase isto...).
Desta vez, preferimos utilizar a rede de transportes privados, daquele tipo que gruda um anúncio no teto e cobra por uma medição misteriosa que conta tempo e espaço percorrido (les Cabs).
No Garage???? Ah tá... Veja só que metrópole... Encontramos a Banda de Blues que tocava no burburinho, as mesmas gatas do burburinho e da Torre Malakoff (uma deles veio até tirar uma foto comigo - só faltou autógrafo e sexo)....
Lá estavam também amigos músicos, o tatuador que fez minhas tattoos, algumas ex-namoradas, um cachorro que já comeu meu lixo, uma barata que quase matei lá em casa.
Putz que charil! Ninguém consegue se esconder nessa cidade, porra??????
Esse não deve ser o local indicado para sair com mulheres que têm namorados... Hmmmmm...
Katabuuuuuffffff (A ira divina enviou um raio do céu, e apagou a luz do quarteirão inteiro)
Enfim, no escuro total, podia estar incógnito! Uffffaa!
Ah, mas tudo certo... Tiramos as lanternas-isqueiros dos bolsos, e começou a sacanagem de sempre... Blaaaahhhhhh.
Mas onde está a Claudinha Leite?
Ichhhh... Tá bom... Acho que eu é que ando meio ranzinza pra estas coisas...
Houve quem se divertisse... Houve quem se machucasse... Houve que ficasse na vontade.
Número total de mulheres que eu deixei na vontade, e espero que apareçam por aí, em outro momento de maior inspiração e interesse por minha parte: 5,45 (é... tava escuro... Como vou confiar? Hmmmmm...)
Ando muito esnobe, ladies? ;) Nada, babies... É dieta...
Rapidinho tô novo e pronto pras próximas. Deixa esse mau-humor interino passar.
Ou deixa a vida mudar... ;))
Por enquanto, preciso curtir mais outras vibes.
Have fun everybody! :))
14 novembro 2006
O amor existe (e as bruxas também)
Moças, podem ficar tranqüilas, que eu não estou namorando e nem se quer estou apaixonado. Mas devido a meu último post, no qual eu de certa forma dizia que "O amor existe", citando a June Carter e Mr Cash, houve um zumzumzum nos bastidores, uma comoção geral da comunidade feminina, gente dizendo que eu estava muito meloso..
Sério mesmo? Eu bem que queria estar apaixonado. Oras, porque não? É uma merda, mas é legal também.
É claro que estas coisas ainda existem. Mas nós somos absolutamente incompetentes, hoje em dia, para curtir a vida a dois. Faltam peitos e culhões.
Olham-se muito bundas, tanquinhos e carteiras.
Desse jeito, fazer o que? Só festinha mesmo, né?
Nós homens queremos uma Débora Secco fiel, virgem e sem amores anteriores pra fazer nossa comida e lavar nossos banheiros (putz... e o aqui de casa tá precisando de uma limpeza rápida), assim como as mulheres querem Brad Pitts tatuados e malhados, fiéis, com muita grana no bolso, que obedeçam às suas vontades, sejam gênios do mercado financeiro, que saibam esquartejar e fazer carinho ao mesmo tempo, estejam em todas as raves e ainda por cima, não enxerguem nada do que elas fazem quando eles não estão por perto.
Ah tá... E papinho de MSN e Orkut? Não percam seu tempo comigo neste troço. Eu me apaixono em duas sessões e me canso na terceira. Show me the real thing, babies, seco no molhado.
E tem gente que jura que eu ando um tremendo galináceo - menos, menos.
Se mensagem de Orkut engravidasse alguém, o mundo acabava agora.
Explicado? Vocês, assim como eu, somos incompetentes. Mas que existem amor e bruxas, existem (por via das dúvidas, sempre ando com um patuá na carteira, e umas três camisinhas).
Socorro Cicarelle!
Gotcha!
Tá vendo que estou escrevendo bastante, né?
Aproveita, que logo, logo, vou entrar de cabeça em minha próxima missão, e sumirei por uns tempos de novo (cartilagens do ofício).
Your ass is mine, babes!
Fui!