Who Farted? - O Blog.
23 maio 2011
Um Pulinho Até Ali
Era uma tarde ensolarada perdida nos dias, sem nada que a pusesse em destaque na semana, quando acordei meio zonzo, desorientado, ao lado de uma bela menina de cabelos negros tingidos e corte modernoso, smelling good as angels should, maquiagem nos olhos, e um jeito melindroso viciante.
Estava numa casa grande, uma suíte com uma larga janela com vista para um jardim cheio de árvores, e uma brisa interessante entrando pelo quarto.
Sento na cama, faço uma pausa pra tentar me situar, olho para ela e digo:
“Preciso te falar uma coisa importante... Sério, presta atenção.”
Ela me olhou com cara de quem já esperava que eu puxasse uma conversa assim, e respondeu:
“Ah não... Até já sei o que você quer dizer... Não começa a complicar as coisas.”
Fiquei meio constrangido, porque vi que a moçoila esperava que eu fosse entrar numa D.R. ou algo assim. Mas não, definitivamente este não era o assunto da conversa.
“Não fica chateada não, babe, mas não é bem isso que você está pensando.”
O problema é que eu estava ali e tinha certeza de que tinha uma relação qualquer com ela, entendia quem era, percebia os laços, mas tinha de explicar a real:
“ Eu simplesmente não me lembro como foi que eu cheguei até aqui. Não me lembro quem é você e apesar de saber que te conheço, nem seu nome eu sei.”
Não era amnésia alcoólica não.
Eu tinha sinistramente viajado para o futuro dentro de meu próprio destino, ao estilo Efeito Borboleta, o filme tosco.
Mas, como explicar isto a alguém sóbrio?
Eu sabia que estava num sonho, mas não parecia ser. Era tudo concreto e numa linha de tempo absolutamente linear.
Não houve diferença na realidade depois que acordei, alguns minutos depois.
Este é o Who Farted, e portanto, deixo que os Whofarteders tentem descobrir o que é verdade e o que fantasia nesta história maluca.
Aliás, é bom esclarecer que é melhor nem eu mesmo tentar separar isto.
Black Water, black water.
Mas o sol está lá fora.
01 janeiro 2011
Ainda, Ainda Mais dos Anos 80
Como morador dos anos 80, não parecia naquele tempo que o Rock brasileiro feito na época seria completamente incompreendido pelas gerações seguintes.
Sempre é estranho, me repetindo aqui neste blog, quando alguém conecta a cultura dos anos 80 apenas à cena Cassino do Chacrinha.
Poucos (ainda que o façam) param pra lembrar, pelo menos, que na época tínhamos o Perdidos na Noite, programa underground apresentado pelo Faustão nas madrugadas da Bandeirantes, que tinha uma audiência tão grande, que acabou o levando para assumir esta posição estranha em que se encontra até hoje, aos Domingos na Globo.
Temos de lembrar que o Faustão era genial e leve... Era a referência da contracultura da época.
E no Perdidos na Noite, surgiam bandas como Ultraje a Rigor, Zero, Gang 90 (se eu não estiver enganado).
Também, em SP tinha a TV MIX, já pelo final dos 80 início dos 90, uma espécie de pré-MTV, que tomava todo o tempo da TV Gazeta com uma programação ao mesmo tempo tosca e criativa, comandada por Astrid (aquela da MTV) e Serginho Groisman, no qual se via em começo de carreira gente como Lenine e Sepultura.
Veja este video com a história completa da coisa.
Nos anos 80, tínhamos a sorte (pelo menos em SP) de ouvir nas rádios um montão de Rock bom. E tivemos o Rock'n'Rio, na cidade vizinha!
Sucesso de FM naquela época era Yes, Van Hallen, Paul McCartney, Tina Turner, Direstraits...ôooaaaa... Bora parar por aqui pra não humilhar.
Mas fazer Rock no Brasil era algo estranho, pois importar uma guitarra Fender era crime federal. Para ter instrumento de qualidade era necessário pagar um contrabandista, e tomar cuidado para que ao tocar, a polícia não prendesse tua guitarra, teu baixo (mas isso nunca acontecia).
Os instrumentos brasileiros eram caros e ruins.
Estávamos saindo lentamente de uma ditadura à brasileira, do tipo que faz generais serem fãs e amigos de caras como Caetano e Gil, mas ao mesmo tempo mandá-los para a tortura caso falassem merda.
As letras a que estávamos acostumados (na MPB) eram letras engajadas. Os sons, muito carregados, muito tensos, politizados, sempre com jeitão de quem estava dizendo algo muito importante de forma subliminar.
Quando o Rock ressurgiu no Brasil, foi como um grito de liberdade estética e contextual.
Era como dizer "vamos tirar umas férias pra curtir e falar da vida do nosso jeito!".
Mas não se engane, rock brasileiro dos anos 80 era ácido e crítico. Assim como os sisudos MPBistas, a molecada da época contestava tudo e todos. Mas traziam uma inteligência mais refinada, uptodate, nas letras e nos conceitos de estética.
Imagina que nos anos 80 o maior hit do Rock, ainda em plena ditadura era "Inútil" do Ultraje a Rigor, que na época vendeu mais que Roberto Carlos e falava que "a gente não sabemos escolher presidente, a gente não consegue tomar conta da gente, a gente somos inútil", numa crítica clara a um governo que não deixava o povo ir às eleições, como se a população fosse burra de mais para isto e precisasse da proteção de um estado militar.
Naquele tempo não se falava de "Naturieza" e "Faviela". Os temas eram existencialistas, discutiam o mundo a partir de aspectos psicológicos e tirações cínicas da vida cotidiana, liberdade cultural.
Musicalmente, os anos 80 eram como os anos 70, só que com uma liberdade musical ilimitada, e novas possibilidades de recursos de gravação e instrumentação. Você podia ser leve ou pesado, podia ser bluesy ou completamente frio, podia ser alegrinho ou tristinho.
No exterior, aconteciam na mesma época AC/DC e Sex Pistols, Depeche Mode e Stray Cats, Cindy Lauper e DEVO. No Brasil, não era diferente.
A segunda metade da década também teve uma cena independente forte, que tocava nas rádios.
Artistas como a moçada da cena de brasília (Paralamas, Legião, Capital Inicial, Plebe Rude), todas bandas extremamente contestadoras se comparados aos padrões atuais, eram estupidamente influenciadas pelas bandas da cena paulista independente, gente como Voluntários da Pátria, Zero, Finis Africae, Violeta de Outono, Cabine C.
O Capital Inicial chegou mesmo a gravar a música "Fátima" do Finis Africae em seu disco de estreia.
Nesta época, enquanto a TV Globo dava bastante cartaz para a cena carioca (Lulu Santos, Barão Vermelho, etc), o Brasil fervia pelos undergrounds com vinis gravados com dinheiro juntado em shows, e vendidos nas galerias do rock (como em SP na 24 de Maio, onde também ficava a sede da gravadora independente Baratos Afins).
Considere o fato de que na época não havia Internet para divulgar bandas, gravar era uma tarefa bem mais cara e analógica do que nos dias de hoje, e divulgar era uma tarefa árdua, que por vezes avançava pelo mainstream, como quando se conseguiam críticas de discos independentes em plena revista BIZZ.
Era também o começo das produções caseiras, que na época aconteciam com equipamentos state of art: Gravadores da marca Tascam que conseguiam dividir uma fita cassete caseira em até 16 pistas (pasmem!), mas que com qualidade mesmo a gente só podia apostar nos de 4 pistas.
Eram os chamados Home Studios.
A banda paulista Fellini (video acima) gravou uns 3 discos em casa, desta forma.
E tinha gente que fazia milagres com estes equipamentos e tiravam gravações muito profissionais, equiparadas aos grandes estúdios.
Ah... Mas falei que não tinha Internet, nem Myspace, nem CD-Rs?
Pois é... Pra divulgar, tinha que levar uma fita de rolo de 1/4 de polegada para as rádios que abriam espaço, e mandar fazer um montão de fitinhas cassete (as famosas Fitas Demo). Custava bem mais caro do que hoje.
Em São Paulo, quem tocava as fitas demo era a rádio 89FM, e a Brasil 2000, mas também surgiam pequenos espaços na Jovem Pan, Transamérica e Universitária. No Rio, tinha a Fluminense e mais duas rádios também que esqueci o nome.
Mas dito tudo isto, é preciso dizer que na época se fez muita música boa, e que havia bandas de todo o Brasil fazendo uma música instigante e contestadora, algumas vezes cheias de um humor jocoso próprio da época (como Gang 90) que dificilmente seria compreendido hoje em dia, outras mais diretas e agressivas como o De Falla (RS), que já se parecia bastante com o Rock mundial, tinha jeitão de banda gringa.
As gravações muitas vezes eram toscas, usavam recursos novos para a época como a gravação de trilhas em MIDI (uma faixa que você gravava na fita, e quando tocada controlava uma série de teclados e drum machines sincronizados com faixas gravadas ao vivo, que podiam ser "gravados digitalmente", tocados manualmente e registrados por informações binárias, como se fosse uma caixinha de música, mas sem a inclusão da dinâmica do toque, força, dada em cada tecla ou peça de bateria) ou podiam ser simplesmente programados em planilhas eletrônicas e sequencers embutidos em cada equipamento.
O resultado, utilizando estes primeiros equipamentos era bem frio. Sem a emoção do músico. Ou você usava isso como parte de sua música (a frieza), ou tentava gravar com instrumentos normais, e apostava numa gravação mais fraquinha.
Estes recursos, muitas vezes, não eram usados por opção estética, mas porque era a forma de você gravar com qualidade melhor em Home Studios de 4 canais.
Explico.Você usava um canal pra a faixa MIDI que incluia tudo o que pudesse ser feito com sintetizadores, como baixo, teclados, bateria e percussão; e usava os outros 3 canais restantes para gravar guitarras e voz.
Quando tocado o master, toda a parte MIDI era tocada diretamente dos equipamentos (sintetizadores), e obtínhamos um resultado semelhante à gravação digital (sem ruídos) nestas faixas, compensando o extremo ruído das 3 faixas analógicas gravadas na fitinha cassete.
Ponha neste caldeirão de recursos as informações da cultura da época, coisas como sexo livre (e sem AIDS), culto à estética alternativa, a tendência ao experimentalismo.
Um dos maiores sucessos da Rede Globo era a série Armação Ilimitada, que quebrava os padrões estéticos da TV da época, e apresentava uma jornalista que dormia na cama com dois namorados surfistas (Juba e Lula) - e isto era voltado aos adolescentes. Era a nossa Malhação.
Claro, todas estas informações vêm apenas de minhas memórias, e podem ser encaixadas num espaço de tempo bastante grande, entre 1980 e 1988. Posso ter falhado em alguma contextualização, mas vale essa fotografia.
Agora, sabendo disto tudo que falei, tenta dar uma sacada nestes sons, e vê se consegue entender melhor...
São todas bandas que vêm sendo esquecidas pela mídia e pela história oficial da época.
Divirta-se! Este é o outro lado dos anos 80 no Brasil. Mas não se esqueça que na mesma época tínhamos o Ira, Ultraje, RPM, Titãs, etc.
Picassos Falsos
Violeta de Outono
DeFalla
Gueto
Gangue 90
Cabine C
Muzak
Finis Africae
Akira S e As Garotas Que Erraram
Vzyadoq Moe
Patife Band
Mercenárias
Os Replicantes
Coke-Luxe
Pesquise mais sobre cada um no Youtube, e sobre outras bandas da mesma época.
14 novembro 2010
Coisas Diferentes
Para algumas pessoas, tirar meleca do nariz na rua utilizando o dedão ao invés do adequado dedo indicador é uma forma de driblar os clichês, e passar a impressão de que ele, ao contrário do resto dos mortais, nunca tirou meleca do nariz, e está naquele momento aprendendo uma nova habilidade, pela necessidade extrema do fato fora do comum de ter uma melecona grossa atrapalhando sua respiração.
Certo, este é um exemplo de que nem sempre fazer diferente chega aos resultados esperados, porque, veja bem, mas veja bem mesmo, todo mundo aprende a tirar meleca do nariz com o dedo indicador assim que consegue ter alguma coordenação motora, ou pode ser considerado anormal.
O cara que na teoria não saberia que o dedo indicador é o mais indicado e tira meleca na rua com o dedão é portanto um anormal, comparável àquele que eleva a mão exageradamente durante o ato de levar uma casquinha de sorvete à boca, levando bolada de sorvete na testa.
Mas a pior esquisitice que vemos nas ruas é a falta de olfato noturno, que vem com a idade.
Vamos considerar que seja normal, ou aceitável (na China), que a pessoa solte um pum grande dividido em minúsculos peidículos quando estiver em meio a uma multidão, assistindo a um show.
Mas convenhamos, ao primeiro sinal de cheiro estranho, a pessoa se movimenta para distribuir o cheiro entre os convidados no local irmanamente, e evitar que seja facilmente identificado como o homem da mão amarela.
Se a pessoa começa a disparar peidículos mal-cheirosos (sei lá se isto se escreve com hífen) e continua no mesmo lugar, é sinal de que a falta de olfato noturno chegou, e é preciso avisar o yellow hand man.
Como eu vinha dizendo, algumas coisas na vida podem parecer diferentes à primeira vista, mas acabam caindo em clichês.
Sim, hoje estou de bom humor. Neste momento desejo apenas mais alguns dias de paciência e sabedoria, para fazer a coisa certa.
Como diria o filósofarter Agbedel Gimaneildon: "Uma coisa é outra coisa, outra coisa é uma coisa".
01 novembro 2010
O Imprevisível
Preciso confessar que gosto de mulheres imprevisíveis, do tipo que às vezes joga duro e às vezes ataca sem prévio aviso.
Ou corrigindo a frase anterior, preciso confessar que estou achando que eu pareço gostar de mulheres imprevisíveis, ou tenho mesmo um espécie de imã pra isso.
Definitivamente, talvez, possivelmente e certamente estou provavelmente revendo meus conceitos sobre o que penso de mim mesmo.
Tá, sou imprevisível mesmo, e por vezes indecifrável - isto é bem claro mesmo.
Acho que talvez eu tenha quase certeza de que sou eu mesmo que tô sem paciência, sem paciência e sem paciência com as mulheres (já mencionei que estou sem paciência?).
Desconfio que em Recife e Região Metropolitana as mulheres estão menstruando duas a três vezes por mês, a julgar pelos sintomas típicos da TPM que expõem constantemente - deve ser uma evolução da espécie, sei lá.
Eu? Quem sou eu nessa coisa toda? Tô só no surf de longboard (já falei?).
Se a onda me levar pra a praia, tô dentro, se me engolir, também tô dentro.
Mudando o rumo da conversa...
Eis que resolvi passar um tempo em Olinda - isso mesmo.
O motivo é que gosto de levar lapada de mulher braba, e odeio Carnaval. Então, estou mudando para uma pousadinha estilosa na portinha da cidade histórica, em plena alta temporada, logo nos primeiros ecos do carnaval de rua, pra me ferrar de vez. Tá bom pra você? É auto-flagelação.
Não me pergunte o porque desta mudança, tirando minhas maluquices.
Mas de repente, sei lá, me dei conta de que não estava exatamente aproveitando o fato de morar como um turista de longo prazo nesta cidade - digo... Puxa... Moro numa pousadinha, então, se eu quiser, posso mudar toda semana de pousada, que tal? Simples assim.
Afinal, querendo ou não, Recife, Olinda e Jaboatão têm pousadas legais de sobra, por ser uma região turística. Sempre se encontra algo muito bem localizado e em conta - não muito menos em conta do que apartamentos que à vezes nem são lá grande coisa.
Saio de mochila, com um laptop e uma guitarra nas mãos, e está feita a mudança.
Mas veja bem se não faz sentido pra você.... Moro na Região Metropolitana de Recife há um tempão, e se muito, devo ter ido a Olinda umas 3 ou 4 vezes (sem contar, claro, com minhas viagens constantes atualmente para encontrar o local certo para mais esta aventura).
E cara... Todas as energias parecem conspirar a favor de Olinda. Desde que resolvi que ia mudar pra lá, sem motivos aparentes arrumei um cliente bom por lá, e conheci uma daquelas meninas lindas e complicadinhas que mora nas redondezas e tem assunto de sobra pro Who Farted.
Além disso, é mais perto do centro do Recife do que Jaboatão.
(Tá, falo a real... fiquei sabendo que se rolar tsunami aqui na cidade a onda vem pra Jaboatão. Depois dos novos terremotos em Bali, e o histórico de coisas sinistras que acontecem nesta cidade, sei não... Bora pra Olinda. Surfar de longboard sim, mas calma lá com a onda, né filhote?)
E quer mesmo saber? Vamos lá então.... Estou devendo a mim mesmo a benfeitoria de pegar novos ares no rosto, começar uma dieta e viver num lugar um pouco mais agitado.
Pelo menos o terceiro item já está garantido.
15 setembro 2010
Trabalho bão!
(basta clicar na imagem pra abrir em tamanho real)
Rico, ainda não fiquei, mas tô me divertindo e ainda moro na praia.
02 junho 2010
Mulheres e a Pegabilidade revelada
Sei lá o que acontece, tem dias que são dias de férias, mesmo. Sem tempo pra perder tempo gastando tempo com noitadas, ainda que seja bem esclarecido que não vivo sem elas (as noitadas, as meninas).
Ultimamente, parece que estou sempre oferecendo a coisa errada às mulheres erradas, seja de noite ou de dia.
Se ofereço aventura, parecem querer casamento, se ofereço casamento, parecem querer aventura.
Poderia ser eu o errado, ou a natureza feminina mesmo, pouco contente com qualquer coisa que pareça ser certa.
E veja que elas não poderiam se descontentar com nada que venha de mim, visto que de mim, nada é certo, nem provável, nem palpável - é tudo no máximo possível e conquistável.
Mas como vinha dizendo, nos últimos meses (porque não?) não tive problemas em deixar que meu lado menos maluco aparecesse por aí, em abordagens simpáticas e vespertinas, para velhos semi-romances advindos das performáticas loucuras de DR Monster.
Sem sucesso.
Moral da história: Deixa estar como está.
Momento de concentração, trabalho, cabeça logo acima do pescoço.
Continuo sem nada a reclamar da vida.
12 outubro 2009
Beta Again
E quando a gente acha que sabe todas as repostas, descobre que é burro demais para entendê-las.
Filosoficamente, é difícil negar que o difícil não é mesmo saber das coisas, mas entender o que elas significam, o que são objetos bem diferentes de desejo.
Mais uma vez, durante os últimos anos, eu resolvo me colocar na mesma condição que o Orkut: fase Beta.
Acho que já expliquei antes, mas vamo lá... No universo dos programadores de computadores, fase Beta significa que o software já funciona legal, mas tem uma porrada de coisa em teste, e uma série de conceitos que serão mudados de acordo com o que acontecer nos testes de campo.
Pois bem... Se eu consegui me explicar, é isso aí. Estou em fase Beta, pré-evolução Pokémon.
É incrível quando você continua a perceber que é uma obra inacabada ainda aos 38 anos, e que na próxima semana tanto pode acontecer, desde eu me tornar monge em Tombuctu, como comprar duas ilhas no pacífico para encher de mulheres e promover raves que duram 7 semanas e meia, ou talvez entrar numa faculdade de Medicina, sei lá... Anything goes.
Mas, provavelmente estarei aqui de frente para o computador, e tentando comer alguém, como de costume, pensando na vida e escrevendo abobrinhas na Internet.
Vá lá que a vida é imprevisível, mas nem tanto assim.
E de qualquer forma, qualquer coisa imprevisível só pode acontecer durante um acontecimento previsível, pois, de outra forma, não seria imprevisível, mas previsível.
E hoje tá foda mesmo.
Mudando de assunto...
Na vida eu não quero muito. Duas coisas me bastam: ser muito rico e saudável, e ter muitas mulheres. O resto é mera consequência.
Abobrinhas à parte, essa coisa de ser Beta é mesmo a sério. Parece que quanto mais gente eu conheço, menos eu me identifico com a maioria delas, o que paradoxalmente faz meu mundo ficar cada vez menor a cada passo que se amplia.
E chega de filosofia escorregadia, que a noite é longa, e tenho muito o que digitar ainda.
Não foi o mundo que mudou, não. Foi meu ponto de observação.
07 abril 2009
Pagando (o mico) Pra Ver
Olhando para o conceito visual que adotamos, eu e meus dois companheiros de show, para irmos ao show do Iron Maiden, vendo assim... Depois de tudo... Sei lá... Acho que agora desconfio de porque foi que não comemos ninguém, também neste dia.Aliás, ainda olhando para esta belíssima foto, me vem em mente, também, porque que eu raramente me permito publicar estas pérolas que saem registrando da gente pelas noitadas da vida...
Explicando para leigos: somos tiozões pós-adolescentes - eu, o doutor em chaveco pelo MSN senhor Peter Noya, e seu irmão monsenhor Sandro, esse aí de peruca da comunidade GLS da diversidade colorida.
Como legítimos T.P.A.s não poderíamos deixar de parecer joviais, e antenados nas últimas tendências de cabeleira jovem juvenil (perceba que o tiozão Peter nem ao menos conseguiu encontrar uma camiseta preta limpa para o evento, o que quase pôs tudo a perder em nosso impacto visual) .
Preparem-se modernos, quando rolar Coquetel Molotov ou cineminha na Fundação, estaremos presentes muderno no úrtimo (estas piadinhas só funcionam em Recife, desculpem-me leitoras mundiais)
25 fevereiro 2009
O esporte pelo esporte

Sim, podem acreditar: eu realmente dou grande importância ao que sinto.
25 novembro 2008
A Ordem das Coisas
Vamos ver se consigo explicar dessa forma: Ponha duas bolas de sorvete de chocolate (serve de Kibon a Haagen Dazs) em uma taça do tipo sunday, cubra com xarope de chocolate a gosto e derrame lentamente uma garrafa pequena de Coca-Cola (ou Baré Cola se preferir) por cima de todo esse material - o resultado será surpreendente e saboroso.Só existe uma razão na vida pela qual devemos nos estressar a ponto de arrancar os cabelos: indignação desnecessária.
A propósito... Se você ainda não conhecia, acabei de lhe dar a receita mágica escondida por gerações do que se pode chamar de Vaca Preta, uma velha e tradicional forma de tomar sorvete, antes da geração sunday-chocolate-caramelo-morango-mc-donalds.
O resultado estético é duvidoso, o resultado disto em seu estômago é mais duvidoso ainda, além de perigoso (no caso de você pretender ficar preso num elevador por horas), mas (como diria?) o paladar e a sensação são únicos, apenas comparáveis a dez lambidas em um Dip'n'lick, enquanto se joga Game Watch do Donkey Kong.
A alquimia da vida é assim... Junte a doçura típica do açucar ao poder dos refrigerantes gaseificados, e booooooosssssssss, lá vem espuma, e mais espuma...
É preciso compreender que as coisas são como as coisas são, e a observação atenta da realidade que descartamos por mera facilidade às vezes importa, e informa que existe vida inteligente até mesmo no planeta terra, imaginem só em um planeta desconhecido.
E quando algo assim acontece, existe uma solução viável para a desconstrução da variação de oxlon: faça uma Vaca Preta.
Ainda ontem estava eu contando estrelas, entre as poucas nuvens, à beira da piscina, tentando entender porque tem sido tão necessário buscar comida e sexo, e sempre chego à resposta óbvia de que por mais que se tente negar, o estado de humanidade é absolutamente e necessariamente animal (ou você pensa que é Deus?).
Mas voltando ao tema central deste blog: que porra é essa mesmo, meu filho?
Engines on... Hallo world!
05 agosto 2008
Let me be ya Rita Leen!

É incrível o volume de curiosos que pergunta o que chongas quer dizer a minha tatuagem em hebraico no braço direito ("o que que é isso escrito aí? é bruxaria, é?") ...
Claro que não vou postar uma foto da tal tatuagem aqui, para não deixar as moçoilas emocionadas de mais, mas nem precisa... O importante não é o que está escrito, mas o porquê de estar escrito, oras... ;)
Existem duas coisas nas quais acredito mesmo de baixo de chuva: destino, outras dimensões e livre arbítrio (não, não errei... São realmente apenas duas coisas... A terceira é mera consequência das outras duas, e precisava estar na lista).
E tudo isso apenas significa, em minha vida, que se minha torrada com geléia cair no chão com a geléia virada pra baixo, é culpa do destino, gerado pela lei da gravidade, que puxa o lado mais pesado pra baixo... (estava escrito)
Mas... Se a torrada caiu, isso é mera culpa do meu livre arbítrio (se é que você me entende).
Em outras palavras, como diria o filósofo da chuva Mighutre Al Hulef:
"Muito cuidado com o que você consegue, porque você pode desejar".
Sim, minha mente gira como uma turbina de usina hidrelétrica, gerando idéias e pensamentos mundanos e por vezes criticáveis...
E é muito bom quando simplesmente olhar para alguém faz o tempo parar por algumas horas, alguns momentos, uma noite de chuva qualquer, como uma droga anti-psicodélica ritalinamente eficaz que faz o cérebro estacionar, e apenas ter vontade de observar.
É como diria Einstein: se eu estou num avião a 1000 por segundo, e olhar para um disco voador também a 1000 por segundo, tcharannnnn... Tudo vai parecer que está estacionado, a não ser que olhemos para o lado (vertiginoso!)
Depois, não basta culpar o destino.
Talvez, usar o livre arbítrio seja apenas uma espécie de checkout de cartão de crédito interdimensional...
... Taí... Isso é pra vocês... E pra ter, o preço é tanto... Vai encarar? ;)
Hmmm... Deixa eu pensar... :D
Depois te falo (nuuusssaaa mas eu escrevo coisas tão inteligentes, caaara.....)
22 julho 2008
Woooooman... e a Uva...
É preciso tentar se entender como cabeça de mulher funciona, para entender o mundo. Afinal, a encrenca toda começa aí.Uma das mais clássicas diferenças entre mulheres e homens é que as mulheres, no momento em que deveriam ganhar seu primeiro sutiã, já começam a receber pelo menos umas cinco boas cantadas ou assoviadas todos os dias. É questão de dizer sim ou não.
Nós homens, não. Temos que ralar, temos de cantar, de ir à luta, aguentar os foras.
Mulher quando resolve passar uma cantada no cara e por algum motivo ele não está a fim, já fica logo indignada, toda abaladinha.
"- Como assim? Esse cara é veadinho é? Gosta da fruta não, hein?"
Claro, o linguajar pode variar bastante para cima e para baixo das elites, dependendo dos ambientes que o homem frequenta, mas não muda no sentido.
Levar em consideração que a menina pode ser o rascunho do mapa para uma rota de fuga do inferno, nem pensar, né? O homem, em teoria, deve estar reto e ereto para qualquer buraco.
Mas alguns homens, como eu, gostam de saborear a conquista como quem toma um bom vinho e não tá no clima de ser rapidinho a ritmo de beijou-quantas-hoje?
Homem quando passa cantada numa mulher que não está a fim, é um cara imbecil que não se toca de sua insignificância
Então, é fácil concluir que a culpa é sempre do homem.
No mundo, as mulheres lindas e cheirosas são as mimadinhas, que sempre tiveram todo amor que queriam, e os homens os trombadinhas, tentando roubar uns beijinhos.
As mulheres costumam citar as regras de como os homens devem agir se quiserem conquistá-las.
Mas como nós homens somos mesmo um bando de malas, só ganhamos nesse jogo quando não seguimos nenhuma destas regras.
E já que as mulheres gostam tanto de apenas esperar, esperar e cobrar dos pobres trombadinhas, nós ganhamos o direito moral à barriga tancão (de chopp) e vasta cabeleira lateral (cercando a linda careca).
Homem muito cheiroso, tipo splash de shopping center, é pitomba (fruta, e sem suco).
Falei tudo isso apenas para não perder o hábito de escrachar as minhas amadas gatas WF.
Vocês sabem que não vivo sem vocês! Das balzaquianas à seleção sub-20.
E hoje acordei mesmo de bom humor, com o sol esbofeteando minha cara, e aquela brisa de mar tomando conta do quarto...
Viu só? Eu bato mas sempre assopro...
Então, vou citar algumas regras de como as mulheres devem ser para conquistar homens lindos que nem que eu:
- Estejam sempre cheirosas e de minisaia
- Franja, pode
- Ao observar um homem lindão (assim como eu) sempre se aproxime e sorria
- Sempre que o cara lindão (assim como eu) lhe propuser algo, diga sim
- Pague a conta e convide seu cara lindão (como eu) ao motel
- Se você se olhar no espelho e achar que tá ruim, fique em casa
- Quando for beijar, não coma sushi nem Doritos
- No seu beijo utilize apenas 30% de baba (0,75% de gosto de cerveja é aceitável)
- Não tente ensinar seu homem lindão (como eu) a dançar "Chupa que é de Uva"
- Beije primeiro, pense depois
- Aceite convites para almoçar (regra especialmente criada neste momento)
20 maio 2008
Novidades em tecnologia psicodélica transviada
Chega desse papo de nave espacial. Na verdade, acho que o mundo aqui na Terra anda tão enchupalhado que nem preciso me desrimatentar muito pra frigoletear sua desmentida mente fracionada.Vamos fazer uma retrospectiva.
Inventaram a pílula que faz a moçada ter vontade de se abraçar - mas essa daí, faz o cara broxar.
Então, criaram duas pílulas azuis complementares, o Viagra e o Prozac. Uma faz o cara ficar contente e a outra arruma o que fazer com essa alegria toda.
Mas de que adiantava tudo isso, sem uma boa pílula contra barriga e uma contra a careca?
Inventaram essas pestes também.
Eu sempre achei que a Aspirina era o cúmulo da evolução psicobiocibernecológica.
Daí, a Jurema, leitora assídua do WF, já prevendo o futuro a respeito do que eu escreveria aqui neste post, me enviou um email, perguntando:
"Tá... Mas e daí? Por acaso você agora está tomando todas essas pílulas, é?"
Claro que não, cara Jurema. Na verdade, me dedico a tomar por via oral, um remédio que me deixa feliz, potente e cabeludo: a cervaja geleda.
Mas sabe como é... Estava aqui pensando... Já que é pra resolver tudo assim, de forma capsular e química, vão aqui as minhas sugestões para os cientistas mais psicodélicos do mundo:
Vai ficar rico, o fulano que inventar uma pílula que acabe com a paixão e o tesão (tipo um broxante físico e mental).
Já pensou? O sujeito arruma uma gata incrível, despiroca geral, leva pra casa, brinca de asfalto e bate-estaca. No dia seguinte, deixa um bilhetinho dizendo "foi mal, gata! Valeu aí..." e duas pílulas, a pílula do dia seguinte e a pílula verde, o Desapaixonagra 500mg.
Se a gata for mesmo fodíssima, o cara fica tomando por uma ou duas semanas, duas doses de Desapaixonagra por dia. Mas nas mulheres, o efeito certamente seria rápido, indolor e perene, já se valendo de suas características psico-biológicas.
Imagine só o tanto de merda que a gente iria deixar de fazer na vida, se isto fosse possível!:)
Os gregos quando chamavam esse sentimento prosaico de "patos" já haviam pensado tanto no assunto, que deixaram essa dica para os homens do século 21.
Outras pílulas que deixariam seus criadores ricos seriam, é claro, o Anaboliviagra (pílula azul-escuro que, além de provocar ereção, provocaria o aumento do pênis em 123%) , o Mudac (que deixaria as mulheres mudas por uma hora e meia, após 15 minutos de sua ingestão) e o Putagra (prefiro não tecer comentário sobre seus efeitos nas mulheres).
Mas isso já é assunto para outra aventura pseudo-espacial.
É... Gosto de pensar, já que como diria o meu amigo Arnaldo, "Socorro, eu não estou sentindo nada...".
Afinal, só pensa quem não está nem apaixonado nem sexualmente empolgado. Porque nessas horas, meu filho, a gente paga nossos pecados.
Apenas mais um comentário na transversal: ultimamente, estive andando de novo com aquele tipo de gente que diz "nossa, ali que é um lugar legal... Só tem gente bonita".
Fiquei filosofando cá com os botões de minhas calças: "e daí? O que deveríamos fazer com as pessoas que achamos feias? Enterrar? Enviar para um campo de concentração? O que?"
Taí, mais uma solução: O Belezachicac 780mg, que deixaria qualquer um bonito, moreno e de cabelo liso, vestido de Colcci em até uma hora depois de ingerido, e seus efeitos durariam até 8 horas após ingestão.
Este poderia ser chamado de "Vôa Cinderella!" ou... "A primeira droga de influência no inconsciente coletivo já criada por animais racionais na história do universo (depois da religião)".
Filosofia pouca é bandidagem.
21 março 2008
Eeeeeaaazzzy Come, not so eazzzzzy to go....
- 98% dos relacionamentos de até duas semanas de duração acabam em corno
- 75% das mulheres sabem mentir tão bem que até elas acreditam
- 20% das mulheres mentem mal e nem se importam com isso
- 5% das mulheres não mentem e dizem na cara que puseram corno merrrmo
- 50% dos homens são otários
- 30% dos homens mentem bem
- 20% dos homens preferem fingir que acreditam em tudo pra não se estressar
- 60% dos seres humanos em idade sexualmente madura são homossexuais
- 30% dos homens peidam ao lado de suas mulheres (com som alto para avisar)
- 95% das mulheres peidam ao lado de seus homens (em silêncio, para culpar a geladeira suja)
E sinceramente? Hoje estou num dia em que preferia restaurar o HD da vida para algumas horas atrás... Imagine que você mandasse aquele email na hora errada, de cabeça quente, falando coisas de um jeito que você não gostaria de dizer exatamente daquela forma... Coisas assim acontecem parecido na vida... Mas às vezes é até bom... Who Farted?;)
Já viu que hoje é dia, né? Estou usando o Who Farted para me auto clinicar... Tsk... Tsk...
A verdade é que eu sempre aviso pra esse povo não levar essas coisas de Orkut a sério, mas todos continuam decidindo suas vidas baseando-se em mensagens de scraps... Se scrap engravidasse, babes... nem te conto o quanto eu já estaria pagando de pensão alimentícia... Bahhhhhhrbaridade tchê...
Um beijo pra a galera do sul, um tapa na cabeça dos meus conterrâneos nordestinos (vê se aprende a nascer direito!- essa foi pra mim mesmo)
Fuiii!
Ooops voltei...
Tá chovendo pacas... Amanhã estarei em Porto de Galinhas... Vamo nessa? Espero que tenha sol, mesmo de noite ;)
20 junho 2007
Felicidade e Simplicidade
Talvez um dia de sol, um sorriso espontâneo, saber que alguém simplesmente está pensando em você... Apenas pensando... (e talvez visitando seus HTMLs na internet).
E vejam só... Estou incrivelmente feliz porque pude simplesmente falar, falar, falar e falar...
Se deixei alguém triste, oras... Isto é viver... Receba este presente extremamente humano ;)
E se deixei alguém feliz, mesmo que por dentro, ainda melhor! Viva, e viva... Talvez até... Por que não aproveitar isso tudo?
Mas eu, imaginem só, estou numa daquelas fases em que até o que parece estar errado, está certo.
Na verdade, quando alguém um dia disse que "Deus escreve certo por linhas tortas", deveria mesmo entender que este Deus se manifesta nos seres vivos pelos seus erros...
São erros justamente porque não sairiam desta forma se estivéssemos em plena consciência.
Erros, portanto, são a maior expressão do divino - Por isso, adoro me ver errar...
Pessoas especiais podem ser encontradas em pleno exercício do erro, em plena disfunção da ética, em pleno momento errado, e ainda assim, manter sua "especialidade".
E vejam que dia ensolarado! :))
Vejam a alegria plena em meu rosto, por nada...
Exatamente nada de mais...
E também, é claro, nada de menos...
Saber que boas energias me cercam por todos os lados é muuuito bom.
E... Que merda é essa que estou escrevendo???? Deixa eu apagar esse treco aqui....
Sai de cima da mesa, Gata Coisinha!!!!!!!!!! Arrrgh! :/
(Brincadeirinha...)
Vou aproveitar esse sol todo para curtir tudo de novo, mais uma vez, repetitivamente, de várias formas, em vários lugares, com inúmeras outras oportunidades divinas (erros, é claro).
Erremos todos, nesta vida incrívelmente surpreendente. ..
Mas eu, desta vez, acertei. ;)
Have fun babies!!!!!!!!!
07 fevereiro 2007
Gotcha Motor Running!
ÊEEEEE cheguei aos 36 ileso (ou quase...) e agora, é só festa.Pra muita gente o dia do aniversário é uma espécie de contabilidade do que se tem conseguido no campo dos relacionamentos.
Aliás, eu acho que essa coisa de Orkut foi feita de encomenda pra essa galera, né? Puxa! Dá mesmo uma ilusão de milhões de amigos!
Taí... Acho que a Google poderia fazer um contrato com o Roberto Carlos pra fazer propaganda de seus portais... (“Eu quero ter um milhão de amigos e bem bem mais forte te adicionar... La... Lá... Lá...)
Abóboras à parte...
Pelas calçadas da vida, pelos Orkuts e MSNs, eu vi pessoas que foram super educadas e praticamente burocráticas ao me desejar um feliz aniversário, encontrei pessoas que certamente expressaram um sorriso no rosto ao me desejar um dia fabuloso, e encontrei gente que realmente se sentiu muito feliz em dedicar às vezes algumas horas de seu dia, não em minha homenagem, mas em homenagem à chamada “arte do encontro” que nos permite ter prazer em apenas saber da existência de alguém que por motivos tolos pode nos fazer sorrir.
Tá... Eu sei que é piégas... Mas ainda assim é verdade... Fazer????
Mas como um bom inconformado que sou, mestre em encontrar os buraquinhos que faltam ser preenchidos (no bom sentido, pleaaase....), me chamou certamente atenção aquelas pessoas que sei que se importaram e se lembraram, mas tiveram imensa insegurança em expor mesmo a menor demonstração de afeto desinteressado e descomprometido...
É... Aniversário é mesmo um dia bom pra refletir... E refletindo, elevo minha certeza em mais um grau, quando digo que o que nos falta para sermos mais felizes é talento e coragem.
É por que a vida do bicho homem que somos só se completa quando se compartilha. E pra compartilhar é preciso vontade de viver, vontade de explorar o novo... Coragem... E talento.
Conviver com outras pessoas é se permitir participar de mundos inexplorados e muitas vezes inóspitos, muito distantes daquele pequeno casebre de paredes sólidas que construímos para abrigar nossas convicções durante a vida.
Se cada vez mais a frase da estação é “Eu sou assim e quem quiser que me aceite como sou”... Que chance existe para o compartilhamento?
Pois é... Falta-nos coragem para conhecer novos mundos, talento para explorá-los e vontade de viver... Falta-nos instinto.
Mas taí... Fazia tempo que não me sentia tão feliz em um aniversário.
E 2007 começa bem...
Propaganda do meu novo blog:
Acesse http://meusaquinho.blogspot.com e divulgue para seus amigos que gostam de informações sobre música, cinema e comportamento...
ÊEEEEEta... Quem lê pensa. Hahahahaha
12 janeiro 2007
Concidências não existem - Clichê master

07 janeiro 2007
Get your motor running
Exatamente!:)Especialmente para quem ainda não tinha visto, a minha Rico´s Style tattoo.
Claro, que vou deixar um pouco de mistério, para não estragar a surpresa de quem a vir pessoalmente (hehehe), mas vamos fazer um rápido tour por esta obra de body art que carregarei pra sempre, assim como tenho feito com meu nariz ou meu dedão do pé...
Fiz o rascunho do desenho quando tinha por volta de 16 anos, eu acho, e nunca tive a intenção de ser original, mas pelo contrário, ser clássico como a Coca-Cola e a Harley, ou melhor... Clássico como eu mesmo... Quanto mais o tempo passa, mais saboroso eu fico (hmmm gostou disso, hein?).
Pra quem já me chamou de Hippie ou de Metaleiro, um pouco de decepção pra vocês... Na verdade, esta é uma tatuagem ao estilo Easy Rider... HOG! hehehehehe Damn it anyway..... Pesquisa na Google.
Trata-se de um coração com fitinha e tudo, com espada fincada (ahhhhhhhhh!) e asas de fogo (vvvrrrruuuuummmmm...), simbolizando a tendência Phoenix deste tal coração apunhalado(profundo isso, viu?).
Como falei, trata-se de um desenho que fiz aos 16 anos, e portanto, nada tem a ver com qualquer decepção amorosa recente, mas tem sim, um significado forte pra mim, blah blah blah blah... Ah... Eu achei legal a composição do desenho... É isso.
E na fitinha básica, está escrito: "The...." - Ah você não vai querer saber disso, vai? Deixa pra lá.... Vem ler de perto (se voc~e for uma daquelas 7 virgens que me levarão para jantar no meu aniversário, certamente verá).
O desenho foi genialmente melhorado e tatuado pelo brother Renattoo, outro exilado de Jaboatão dos Guarararararará-pes.
E por falar em Jaboatão, tenho uma ótima pra contar nos próximos posts... hehehehehehe
2007 here we are!
28 dezembro 2006
Uma garrafa de vinho pra Deus, já!
Sim, chegamos então ao final de 2006! Mas... Enquanto tantos preferem maldizer e execrar este ano que passou, eu estou pensando seriamente em enviar uma garrafa de vinho do porto e alguns bombons para Deus em agradecimento por estes 360 dias maravilhosos em minha vida.Certamente, este não foi um ano fácil, mas nem por isso deixou de ser fabuloso para minha vida.
Durante 2006 encontrei pessoas fantásticas, criei novos negócios, descobri muito sobre mim mesmo, fiz uma tatuagem (!!!) e plantei muitas sementes boas que germinarão nos anos que se seguirão.
Não fiquei rico, não me casei com ninguém, não ganhei presentes, enfim... O que houve de bom foi tão sutil quanto um bom perfume.
Em 2007 , minha aposta é nas realizações. Sem pressas, nem expectativas ansiosas.
Mas este, enfim, será o primeiro ano da melhor fase da minha vida, de longe e sem concorrência.
Mas sim, espero surpresas... Paradoxal, isto, não é? Whatever!
Desejo tudo de bom para todos vocês, também, e contem sempre comigo!
... Sim... Esta é a Débora Secco na foto... E daí? :)) hehehe (dream on...)
Feliz 2007 babies!!!!!!!!!!
PS: Eu não perderia este post aí de baixo por nada! hehehe





