Who Farted? - O Blog.
O Who Farted é meu blog infame de conteúdo absolutamente pessoal e intransferível, no qual publico pequenos pensamentos de filosofia nonsense de boteco e pequenas fantasias de realidade fantástica (ficção), reflexões insanas e fartológicas.
Aqui solto meus fantasmas e exponho livres pontos de vista sobre um universo maluco que me cerca.
Who Farted é meu psicanalista, meu diário, minha carta aberta a meus amigos e amigas.
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17 agosto 2012
Teorias da Imperfeição
Ninguém nunca é exatamente o que desejamos.
Geralmente, não agem como gostaríamos, não falam o que queríamos, simplesmente não servem.
Felizmente, para que a raça humana possa sobreviver, existe uma razão maior que supera tais obstáculos e atrai homens como eu para mulheres como estas: a bunda.
Com o tempo, contudo, esta mesma pessoa imperfeita cuja bunda nos atrai se torna aos poucos exatamente como queremos.
Não é que a outra pessoa mude. Quem muda é a gente.
Um dia, você se olha no espelho e percebe que passou a desejar a outra pessoa como ela é, e este se torna o seu novo padrão jamais atingido por outras pessoas genéricas.
E esta é a grande mágica da vida.
É assim que eu imagino que a natureza nos faz se interessar em tentar se reproduzir insistentemente com a mesma pessoa por uns tempos.
Felizmente, mesmo sabendo de tudo isto, já descobrimos a camisinha.
E isto, fatalmente nos leva ao ponto de partida, encontrando pessoas imperfeitas por aí.
E assim caminha a raça humana.
(Diga aí?)
13 julho 2011
A Grande Trapaça do Dia Do Rock
E lá estava eu no Facebook discutindo com meu grande parceiro e grande conhecedor de Rock, DJ Elcy (A.K.A. Mojo Man), a respeito desta tal data de 13 de Julho, “comemorada” mundialmente e oficialmente como Dia do Rock, graças ao festival Live Aid, que em 1985 aconteceu simultaneamente entre Inglaterra e Estados Unidos.
A discussão amigável se deu por um texto publicado por DJ Elcy pondo a tal data em dúvida, pois este festival não teria tanta importância para o estilo, além do que um documentário lançado há alguns anos dava conta de um suposto desvio de verbas que haveria acontecido na Etiópia (e não pela organização do festival, que fique claro), e ainda a questão de que o organizador do Live Aid teria feito o evento mais preocupado com a divulgação da própria imagem.
Muita gente sabida é a favor deste posicionamento, e eu respeito.
Mas pra mim, sinceramente, pouco importa. Gosto que haja uma data de referência para que comemoremos a existência do estilo musical mais popular da cultura ocidental, que envolve toda uma cultura própria e dispõe de imensa influência perante a mídia e o comportamento de hoje em dia.
A data, que fique claro, não foi escolhida para promover Bob Geldof, seu organizador, nem foi pleiteada pelo mesmo.
É preciso entender que a escolha de uma data comemorativa de cunho mundial envolve alguma política, e órgãos internacionais caretões.
Ao definir uma data destas é preciso ter certeza de que esta teve um acontecimento de cunho politicamente correto, que seja uma bandeira que abarque os valores nobres das nações envolvidas, e se possível participação de instituições respeitáveis como sindicatos e ONGs, além de ser algum acontecimento não muito cabuloso ou controverso.
Neste caso, conforme dito anteriormente neste texto, o festival está isento de qualquer tipo de desvio de dinheiro por seus organizadores – totalmente limpo.
Ainda, a iniciativa estava indiretamente vinculada à organização não governamental Anistia Internacional.
E talvez o mais importante fato que definiu esta data seja o fato do festival ter ocorrido ao mesmo tempo na Inglaterra e Estados Unidos, dois países que disputam a tal paternidade do rock. Por mais que o termo tenha sido cunhado pela cultura americana, sim, a Inglaterra tem seus argumentos justos, que não caberiam a um texto curto de blog.
Isto é política, e é assim que gira o mundo.
Mesmo sabendo de tudo isto, é justa a discussão sobre a data escolhida.
Naturalmente, se considerarmos fatos históricos, existiriam datas mais importantes como o lançamento de Rock Around The Clock de Bill Halley, ou talvez algo relacionado ao festival de Woodstock.
Mas, se eu fosse considerar uma data diferente desta, provavelmente votaria no dia em que o rock mostrou abertamente sua verdadeira face, o dia 27 de Outubro, data de lançamento em 1977 do álbum Never Mind The Bollocks dos Sex Pistols.
Este álbum foi magistral em registrar que Rock é diversão, mítica e contravenção (e a isso não se aplica um “apenas”).
Me dói no peito quando vejo alguém tratar o rock como matéria respeitável, música boa. Não era isso que os verdadeiros roqueiros pregavam, a começar pela expressão que o define, Rock'n'Roll, uma gíria dos negros americanos para transar.
Os verdadeiros “rock'n'roll balls” eram festas animadinhas semelhantes a um baile funk carioca, ao som de muito Blues e Fox Trot.
Quando os Sex Pistols lançaram o citado álbum, o Rock mundial passava por uma soturna fase de lirismos e musicalidade apurada (que eu adoro, diga-se de passagem), e de músicos tratados como entidades quase divinas por seus fãs.
E eis que nesse cenário, chega uma banda imaginária, mítica, de semi-deuses do escracho, escolhidos numa apurada seleção pelo produtor Malcolm Mc Laren, ex-quase-agente dos New York Dolls.
A banda, criada inicialmente para promover a grife “SEX” da esposa de Malcolm (outra longa história que não caberia neste texto), nada mais era do que uma cria em estúdio da mesma forma que se faria depois com os Menudos e New Kids On The Block.
Tudo na banda era falso, desde o fato dos integrantes não serem músicos até os cabelos e roupas estudados e criados por estilistas.
Ok, tenho de citar... A esposa de Malcolm era uma tal de Vivienne Westwood, uma das mais influentes estilistas da cena underground londrina.
Mas vejam só, este tal álbum lançado por uma banda fajuta, sob a contraditória bandeira de renovação do rock de verdade, faça você mesmo e quebra de todos os valores musicais e éticos de uma era, se tornou a mais influente banda de rock de uma geração, responsável por um padrão de rock-pop que persiste até os dias de hoje nas rádios e sites de mp3.
Na época, o grande barato é que o produtor e a banda fizeram questão de deixar isto claro para o mundo, no álbum seguinte, The Great Rock'n'Roll Swindle, “A Grande Trapaça do Rock'nRoll” ou “Tiramos onda com suas caras, seus manés!”.
Sim, eles tiraram onda com a mídia, a crítica especializada, a indústria. Venderam gato por lebre e mostraram ao mundo como as coisas são feitas neste universo.
A história da banda ganhou alma graças à personalidade controversa de seu “baixista” Sid Vicious, cuja história caso você não conheça eu prefiro que tente alugar o DVD do filme Sid & Nancy, uma bela fantasia sobre isto tudo.
O Rock sempre foi uma grande trapaça, meus caros!
Quando o ritmo explodiu entre os negros, os brancos puseram o caipirão branquelo Bill Halley na TV, para salvar as famílias americanas da influência negra.
Quando Little Richard botava quente com sua androgenia e uma voz digna de qualquer banda de Metal dos anos 80, os americanos inventaram o tal rei do Rock, Elvis Presley, um adrógeno branquelo e loiro, que rebolava e pintava os cabelos de preto para tentar dar veracidade, alma latina, transgressão ao seu country rock comportado.
A Inglaterra, sempre uma das mais criativas indústrias de Marketing e Publicidade, se especializou em criar mitos com bandas que, assim como os Sex Pistols, eram planejadas desde a escolha de músicos que deveriam funcionar bem juntos visualmente, até o cuidado com gravações que duravam séculos até atingirem os resultados esperados, capas planejadas por designers top de linha, carreiras estudadas passo a passo como numa empresa.
Assim, vieram Beatles, Stones, Led Zeppelin, Black Sabath, Pink Floyd e tudo mais que ficou na história do rock.
Enquanto os americanos tinham de morrer de overdose para ficar na história, os ingleses faziam história com um marketing bem planejado que nos fazia sonhar.
É tudo espetáculo, mítica, diversão, expurgação, exorcismo!
É tudo festa e anarquia.
Então, independentemente do que parece ter acontecido na tal história do rock, e tudo mais, é incrivelmente importante ver o reconhecimento de toda esta algazarra pelos órgãos oficiais, e poder ter uma data marcada para contar estas histórias, como os antigos guerreiros contavam suas batalhas.
Pois de brincadeira em brincadeira, de algazarra em algazarra, mudou-se o mundo.
E graças a toda essa trapaça, o mundo tem menos preconceitos entre raças, classes sociais, direcionamentos sexuais, comportamentos.
E além do mais, é um bom motivo para se tomar cerveja e andar de Harley Davidson, não necessariamente nesta mesma ordem.
Pelo menos por enquanto, viva o dia 13 de Julho!
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esse cara só fala merda,
rock
23 maio 2011
Um Pulinho Até Ali
Era uma tarde ensolarada perdida nos dias, sem nada que a pusesse em destaque na semana, quando acordei meio zonzo, desorientado, ao lado de uma bela menina de cabelos negros tingidos e corte modernoso, smelling good as angels should, maquiagem nos olhos, e um jeito melindroso viciante.
Estava numa casa grande, uma suíte com uma larga janela com vista para um jardim cheio de árvores, e uma brisa interessante entrando pelo quarto.
Sento na cama, faço uma pausa pra tentar me situar, olho para ela e digo:
“Preciso te falar uma coisa importante... Sério, presta atenção.”
Ela me olhou com cara de quem já esperava que eu puxasse uma conversa assim, e respondeu:
“Ah não... Até já sei o que você quer dizer... Não começa a complicar as coisas.”
Fiquei meio constrangido, porque vi que a moçoila esperava que eu fosse entrar numa D.R. ou algo assim. Mas não, definitivamente este não era o assunto da conversa.
“Não fica chateada não, babe, mas não é bem isso que você está pensando.”
O problema é que eu estava ali e tinha certeza de que tinha uma relação qualquer com ela, entendia quem era, percebia os laços, mas tinha de explicar a real:
“ Eu simplesmente não me lembro como foi que eu cheguei até aqui. Não me lembro quem é você e apesar de saber que te conheço, nem seu nome eu sei.”
Não era amnésia alcoólica não.
Eu tinha sinistramente viajado para o futuro dentro de meu próprio destino, ao estilo Efeito Borboleta, o filme tosco.
Mas, como explicar isto a alguém sóbrio?
Eu sabia que estava num sonho, mas não parecia ser. Era tudo concreto e numa linha de tempo absolutamente linear.
Não houve diferença na realidade depois que acordei, alguns minutos depois.
Este é o Who Farted, e portanto, deixo que os Whofarteders tentem descobrir o que é verdade e o que fantasia nesta história maluca.
Aliás, é bom esclarecer que é melhor nem eu mesmo tentar separar isto.
Black Water, black water.
Mas o sol está lá fora.
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que piégas
16 maio 2011
Quem Falou em Chuva?
Momento de sol a pino. Tudo tão bem, que às vezes me incomodo com a obrigação de continuar, seja lá o que for que acontece.
Sempre me fascina, o horizonte.
Mas as coisas boas vêm, muitas vezes disfarçadas de crises, sejam no amor, no dinheiro e até na comida.
Às vezes de tanta coisa errada que acontece a gente se obriga a se mover.
Mas já que trisquei no assunto, definitivamente não me reconheço nas fotos que vejo de mim mesmo nos últimos meses. Não são eu – é preciso levar a sério o projeto da dieta saudável à base de Coca-Cola Zero e bolo de chocolate diet.
Mas não sou vilão. A vida não seria boa se não tivéssemos a liberdade de nos liberar das obrigações sociais e divinas vez ou outra, e apenas se deitar ao sol, sem querer saber de saúde nem conversa mole, assim como fazem os calangos – apenas fazer o que sente vontade, sem se preocupar com a sociedade e a sobriedade.
Neste último final de semana, mais uma vez percebi como deixo algumas meninas confusas com atitudes assim, descuidos do não, otimizações do sim.
Às vezes machuco, ou abandono sem prévio aviso. Mas, em tempo, as conversas pontuais acontecem nos reencontros casuais.
E assim aconteceu. E acho que o papo fluiu legal, me levou embora mais algum peso (mas não da barriga).
Ao contrário da maioria dos seres masculinos, não estou interessado na adrenalina de ganhar mais e mais dinheiro, muito menos em conseguir mais e mais sexo.
Gosto da justiça de apenas usufruir daquilo que sei que posso retribuir no volume certo, ou me sentiria batendo punheta (estou falando de dinheiro, agora).
Não é descaso nem desinteresse, não é assim que funciono.
Gostaria de ter a felicidade de escolher o que quero.
Mas a vida ensina que a vida que temos, as experiências que levamos, são o gatilho para o instinto, necessidades da alma, da vontade de repetir o que funcionou, e desafiar o que já te desafiou.
Escolha? Quem escolhe? A vontade vem como a fome, a vontade de soltar um pum Who Fartediano.
Dizia Freud que até a vontade de comer bolo de chocolate deve ter alguma coisa relacionada com a maneira que sua mãe te tratou.
E quem sou eu pra querer te dizer como funciona essa coisa de ser humano? Nem Deus sabe mais o que fazer com isso.
Provavelmente, perder-se de paixão por alguém deve ter algo relacionado com o tanto de bolo de chocolate que você come.
E afinal, mesmo com vontade de meter um murro na cara de um ( e este é um outro assunto, mais longo e psicologicamente complexo do que o primeiro), fico contente por ter aprendido de uma vez por todas a não lutar contra o que sou.
Um cabassafado pernambucano rodado pelo mundo a fora comedor de coxinha e beirute. Tenho um gosto danado de bom pra comida, cinema, cerveja e mulheres. Música, nem tanto.
Peraí que vou atender o celular e já volto... Adoro programar PHP (melhor e mais intenso que xadrez).
Clean Shit.
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dois legumes,
filosofia greco-romana polar
28 fevereiro 2011
Na Mídia aos 40
Ainda sobre meu aniversário dos 40... Apenas deixando um registro, pra mim mesmo, por aqui ,de uma das chamadas na midia local (a maior, eu acho).
Êta cara bonito! :D
PS.: O texto fala "mais underground do que nunca". Underground?? A última coisa que estas sessions são é underground. Casa de excelente nível, muita luz, ar condicionado, cerveja importada, público de altíssimo nível, umas duzentas pessoas na plateia toda segunda-feira. Mas mesmo assim, vale a atenção :D. Essa festinha foi massa!
Êta cara bonito! :D
PS.: O texto fala "mais underground do que nunca". Underground?? A última coisa que estas sessions são é underground. Casa de excelente nível, muita luz, ar condicionado, cerveja importada, público de altíssimo nível, umas duzentas pessoas na plateia toda segunda-feira. Mas mesmo assim, vale a atenção :D. Essa festinha foi massa!
13 fevereiro 2011
Dinossauro Júnior
Chame-me dinossauro se preferir, mas eu gostava mesmo do tempo em que a gente via uma mulher interessante, ela achava a gente interessante, e por alguns dias, semanas, meses, ou até anos, apenas a gente era interessante para ela e vice-versa - se é que ainda exista alguém que possa me compreender quando falo uma coisa assim em plena era do Facebook.
Ultimamente, ando tão decepcionado com as belas moçoilas que me cercam, que entre uma mulher linda olhando pra mim e uma pizza grande de calabresa com cobertura de queijo, cebola, azeitonas pretas e azeite português, muitas vezes opto pela segunda possibilidade.
Existem alguns motivos para isso: primeiro, porque a pizza eu como com certeza quando a coisa ainda estiver quente, e segundo porque a pizza eu não tenho dúvidas de que comerei sozinho, além de não precisar mandar pra casa de táxi.
Isto, sem considerar o fato de que pizza geralmente só está acompanhada de refrigerante.
E por este motivo, tenho engordado um bocado nos últimos dois anos da minha vida.
É fato notório e consumado que, por algum motivo que foge à compreensão de qualquer ser humano curioso, apesar de meus tantos e tantos quilos a mais do que o meu normal, ainda existe um batalhão de moçoilas interessantes se colocando ao meu dispor pelas noitadas recifenses e olindenses.
Mas claro, não vamos negar, uma parcela das meninas bonitas que poderiam me interessar, acham que minha barriga é um pouco de mais pra elas, o que é bastante justo, já que eu mesmo não estou muito afins de encarar peitinhos que alcaçam os umbigos.
Tirando pela média, isto não chega a ser um problema em minha vida. Até deixa tudo um pouco mais emocionante e menos corriqueiro.
O problema maior, é de cunho peleontológico.
Eu sou mesmo um dinossauro, como disse no começo deste texto.
Não que eu tenha sofrido alguma grande decepção com mulheres nos últimos tempos. Acho que posso até me vangloriar de conquistas interessantes e interessadas - não é por aí.
As decepções vêm de pequeníssimas atitudes do dia-a-dia de mulheres que geralmente nem têm grande importância na minha vida, no quesito romance.
Atitudes que nem me atingem, ou até mesmo deveriam elevar minha auto-estima, têm tido efeito estranho, a partir do momento em que depõem contra toda a cultura feminina da atualidade.
Uma menina acompanhada que me persiga num bar para me entregar um bilhetinho ou sussurrar alguma safadeza em meu ouvido, escondida de seu acompanhante, há algum tempo me faria sentir que sou melhor que o outro - hoje em dia, me faz perder as esperanças de encontrar uma mulher mentalmente saudável neste planeta.
Antigamente, quando eu passava cantada em mulher de amigo pra tirar uma onda, todo mundo levava na brincadeira (pois era). As últimas vezes que fiz isso, fui levado a sério e em consideração por elas.
Não, em definitivo, a pizza continua mostrando seu valor, principalmente se acompanhada de uma bela Coca-Cola gelada e com bastante gelo no copo.
Mesmo assim, hoje voltei a caminhar para perder esta barriga esquisita que apareceu em mim.
E também, é claro, não deixei de pegar meu quinhão de diversão neste universo feminino, se é que... Bom, você certamente me entendeu.
Por estes dias, uma personal amiga trainer me falou ao telefone que se eu emagrecesse iria "pegar geral".
O que eu posso dizer em resposta a uma frase destas?
Só achei engraçado por se tratar de quem falou, que é uma das mais divertidas meninas que já conheci (e que me pegou).
Mas deixa eu pensar... "pegar geral?"
"Alô... Já tá aberto? Manda pra mim... Hmmm... Uma pizza... Grande... De calabresa com cobertura de queijo... Tem cebola? Capricha. E azeitona preta. Ah, e dá pra já me enviar regada em azeite português? Puxa, obrigado. Tem um refri grátis, é? Sei... Tá, mas eu prefiro Coca. Manda uma de 1 litro bem gelada, e bem na horinha de sair prepara um copinho pra viagem com bastante gelo. Manda troco pra cinquenta."
Elas não estão entendendo nada. Tsk... Tsk...
Enquanto isso, vou fazendo o que posso.
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03 fevereiro 2011
Abre Los Ojos
A vida é sempre um sonho, já dizia Freddy Krueger.
Vemos aquilo que queremos ver, sentimos o que queremos sentir, e procuramos entre pessoas reais aquelas que nos fazem sentir o que queremos.
Às vezes é bom pra a gente sofrer, às vezes é bom sorrir, e às vezes é bom sonhar independente de rir ou chorar.
Tenho algo em comum com Ariadne (a transexual ninfetona).
Conversa quase verídica...
"Doutor, eu sou um rapaz geração saúde, cabeludo, sarado e com barriga de tanquinho preso num corpo de um junkie fanfarrão bebedor de cerveja com barriga tancão e uma careca a caminho. Tem alguma operação pra isso?"
"Ora, vá te catar, seu egoísta... Com essa cara de alemão, alto, com uma banda de 'rock' e esta bela camisa do Motorhead, tu ainda quer barriga de tanquinho, seu filho duma égua?"
Tá, tá certo. Voltemos às coxinhas e às poesias etílicas.
Ou melhor, como diria Neruda... "dejas de me usar para tener sexo".
Como sempre acontece na época do meu aniversário, a China comemora um novo "ano chinês", ligado a algum animal de seu zodíaco.
Desta vez, farei 40 anos no comecinho do Ano do Coelho, e isso deve ser bem melhor do que daquela vez que enfrentei o Ano do Rato - o ano do rato foi foooda.
De acordo com os chinas, no Coelho, vai ser só sexo - mas evitemos as cenouras, por favor.
Brincadeiras à parte, não estou brincando. Acredito mesmo nestas influências zodiacais.
Aliás, não adianta tentar negar. Todo mundo acompanha aqui e ali seu horóscopo, e aquelas tais características do seu signo sempre se parecem muito com você, quer você goste ou não disto.
O porque dá certo, ninguém tem certeza. Pode até ser mera indução... Quem sabe?
Eu realmente me sinto um bom aquariano, apesar de não acreditar em nada disso.
São quase 10 da manhã e ainda não fui dormir. Assim tá bom. Assim, tá bom até de mais.
Depois te conto mais.
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21 janeiro 2011
Covardia Num Ônibus Em Movimento
A covardia de quem solta pum em ônibus em movimento é equiparável à de quem solta pum em público sem fazer barulho – aquele que faz barulho dá a chance aos chegados de pelo menos fechar o nariz.
Estas coisas deveriam estar no livro Etiqueta Sem Frescuras, da Claudia Matarazzo (fica a dica):
“Pum social pode. Mas só é aceitável com um leve sussurrar de nádegas, para alertar os presentes. Não exagere no barulho, não é educado. Apenas o suficiente para informar que vem bomba por aí.”
Um dos mais importantes momentos do ritual de cultura fartológica é aquele em que as pessoas se perguntam “quem foi?”, “quem peidou?”, ou “Who Farted?”.
É que nem gol no futebol! - queremos nomes.
Sim, é importante. Não que alguém vá ser execrado da sociedade brasileira por peidar em público, mas é importante que pelo menos se deem chances aos mais conectados com as energias cósmicas de saber quem foi o autor da instalação.
Veja bem. Por isto mesmo, se considera “clássico” o pum de elevador.
Pum em elevador é chic, pois propõe imediatamente a união do grupo e rápida discussão social.
Quantas pessoas existem dentro de um elevador? Umas 8 a 10 nas hipóteses mais extremas, se estiver em um edifício do poder público, ou de um hospital.
Quer o yellow hand solte com ou sem barulho, a gente calcula pela cara de quem tá ali, e as possibilidades geralmente se fecham entre uma ou duas pessoas no máximo – é fácil pegar o culpado e lhe devolver aquele olhar de ódio por fazê-lo passar por aquele momento desnecessário.
Pois bem. Como eu falava no começo deste post, ônibus é sagrado – não é fair play.
Um latão em movimento retilíneo uniforme (MRU) permite que uma pessoa que solte um pum lá na frente, tenha seu momento de inspiração divina rapidamente arremessado contra a janela do fundo do veículo, e posto em circulação geral pela corrente de ar que fica fazendo voltas ali dentro, num redemoinho constante.
Se você está ali atrás e sente o cheiro, olha pra frente e vê umas 87 pessoas sentadas com a bunda virada para seu lado, e isto torna praticamente impossível, a solução do enigma.
Por outro lado, se você soltar lá no fundo, o cheiro se espalha pela frente, e todo mundo fica imaginando que foi o motorista, mas o cheiro impregnou geral.
Será que ninguém se toca desta sacanagem?
Nestes casos aúnica solução é todo mundo sair rapidamente para as áreas externas do veículo (foto ao alto deste post - um pum num ônibus de Jaboatão dos Guararapes)
Depois falam do mal cheiro do ar de Recife em alguns lugares...
Sinceramente, eu acho que esse povo anda é comendo muita macaxeira com charque de jumento.
O que eu falei sobre fidelidade há alguns dias? É isso que eu digo.
Tremenda falta de sem noção.
(Ah, você não pega ônibus? Se liga no aquecimento global e nas blitz da madrugada, borrabotas!)
Mas pum, é fowda... Assim também não dá.
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06 janeiro 2011
Uma Questão de Bilau
Televisão de madrugada é realmente inspirador. Mais ainda, as discussões sobre sexo no programa do Serginho Groisman, com participação do sertanejo Leonardo.
Eu não viveria sem isso.
E lá vem papo de tamanho de bilau, e lá vem aquela bobagem de dizer que o que importa é a mágica que a varinha faz, blah, blah e blah.
Tudo besteira.
Deixa que eu te explico como funciona isso tudo de verdade.
Tido erroneamente como uma conversa de cunho masculino, tamanho de bilaulocêcia masculina me parece ser mais papo de mulher do que de homem.
Eu não me imagino numa tarde chuvosa de Domingo tomando vinho de cuecas com amigos e perguntando a eles “e aí, quanto mede seu pinto?”.
Mulheres, não. Uma das mais novas modas entre as poucas mulheres que ainda se propõem a gostar de bilauladas na moleira é discutir o tamanho do que viram passar por dentro delas na noite passada.
É tipo jogo do Trunfo – tá lembrado daquele joguinho de cartas que vinham com a foto de um carro e suas características técnicas listadas, e ganhava na mesa quem apresentasse o carro com motor mais potente?
Então...
A menina tá ali no banheiro, sentada no trono, conversando com a outra que tá depilando a perereca, e uma diz que o dela media 35 centímetros, e a outra a partir deste momento precisa correr atrás desta meta para ganhar na próxima partida de Trunfo, sem mentir.
Levando-se em consideração que, de acordo com as revistas femininas, menos de um pentelhésimo de porcento das mulheres consegue ter orgasmos verdadeiros, sendo que parte delas nem se quer saberia dizer se teve ou não um orgasmo durante a vida inteira e precisa ler livros explicativos sobre como atingir seu clímax, é de se considerar que elas precisem mesmo arranjar o que fazer enquanto nós homens estamos ali em cima delas, ou atrás, ou do lado, ou embaixo, ou na frente de pé... Enfim, você me compreende – e ficar medindo o tamanho do pirulito do cara deve ser mesmo um bom passatempo para elas enquanto a gente se diverte.
Só sei que a moda agora é essa (além daquela de dizer que preferem ficar com mulher) - E como discutir moda com mulheres?
O fato é que, pelo menos tirando por mim, medir a bilaucentrimentice do bilau deve ser uma tarefa árdua para elas, já que o cara costuma se recolher completamente quando não está em posição de trabalho (parece um hamster entocado).
Num dia frio, ou após uma discussão de relação, eu apostaria nuns três bilaucímetros e meio, no máaaaximo.
Já de frente a uma bela moçoila de movimentos devassaladoramente instigantes e bundinha animada, já houve relatos de quem o tenha visto (ou não) com incríveis 43 bilaucímetros e trinta decibilaumímetros, isso sem contar a parte que fica escondida no golpe visual – dispenso maiores explicações sobre a minha sexy anatomia.
Ou seja, tamanho de bilau, com exceção do ator que inspirou o filme Boogie Nights, é diretamente proporcional à natureza artística e filosófica da bunda em questão e da temperatura ambiente.
Mas agora, tá... Vamos à questão crucial:
“Bilaucímetros a mais ou a menos fazem diferença na hora do vamo ver?”
Isso, caras moçoilas, só testando – mas posso facilmente, e sem segundas intenções, ajudá-las a descobrir.
Simbora! A gente começa a conversa ao meio-dia num chatêau à beira-mar sem ar-condicionado debaixo do verão de Olinda, e termina esse papo tosco sob 10 graus de ar-condicionado no La Paix De Deux.
De repente rola até um sentimento curioso, porque não?
Ok, vou parar de ver televisão de madrugada. Juro.
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wacka
05 dezembro 2010
A Vida Em Marte e o Arsenio
Eu sempre disse que o primeiro passo para se descobrir que existe vida em Marte seria redefinir o conceito de vida.
Meu amigo, vou te confessar... Hoje em dia, acredito que até uma coxinha de galinha ou um prato de sarapatel tem vida.
Meu primeiro susto em direção a uma completa revisão nos conceitos de vida aconteceu quando eu deveria ter por volta de 5 anos, talvez mais, talvez menos, e alguém me disse que os tomates eram seres vivos, assim como as árvores.
Daí, veio o cinema ( Os Tomates Assassinos).
Até hoje, o único motivo pelo qual eu acredito nisto é que confio na fonte da informação, visto que não fiz testes por mim mesmo.
Depois, bem mais velho, me veio o Sheldrake (foi ele mesmo?) me convencer de que o planeta está vivo, e somos parte deste organismo, o que convenhamos, condiz com a maior referência da cultura ocidental que ainda temos, a Bíblia (independente de fé).
Sempre achei uma bobagem se imaginar que uma forma de vida inteligente extraterrestre seria apenas tão diferente de nós quanto ter olhos grandes e cabeças de balão.
Qualquer diferença de evolução que exista entre uma vida de um planeta e de outro se mede provavelmente em milhões de anos. Que diremos galáxias?
Esta diferença na evolução pode significar possivelmente a diferença entre ter ou não ter um corpo num estado físico percebido ou reconhecido pelo ser humano.
Definir vida é algo complexo, mas no mínimo podemos nos basear no quesito existência de consciência.
Imaginar que um planeta como a Terra tenha uma consciência já é difícil para a maioria das pessoas vivas neste momento.
Que tal imaginar que esta consciência seja tão maior que englobe a sua própria consciência (você mesmo), da mesma forma que sua consciência deve englobar a consciência da existência em seu próprio corpo de zilhões de pequenos organismos independentes ou dependentes (alguns destes, o que convencionamos chamar de célula, como se fossem apenas pequenas peças inanimadas de nosso corpo, mas que possuem um ciclo de vida completamente independente do nosso).
Quando foi que deixamos de prestar atenção no óbvio, para facilitar nossos argumentos?
O ser humano é Narciso e tende a não acreditar naquilo que não se pareça com o que ele vê no espelho.
Indo mais longe nas idéias Spielberguianas, é bem possível imaginar que exista uma consciência maior que englobe a consciência da Terra, e voilá, chegaremos a entender Deus (ou não - estamos agora apenas especulando filosofartments).
O fato é que mesmo a consciência, se mais avançada que a nossa, teria zilhões de anos de evolução a mais ou a menos, e esta diferença possivelmente a tornaria incompreensível aos nossos "olhos", caótica, uma desordem.
É o tipo da coisa que nem adianta discutir. Ou a pessoa tem imaginação científica, ou vai achar que a posse do Tiririca tem uma importância maior do que isto para a vida real e cotidiana, e isto aqui é conversa de maluco fã de Raul.
Moral da história: a vida provavelmente está lá, e não a identificamos.
Mas vamos aos jornais...
Enfim, se divulgou na imprensa especializada a existência da tal bactéria que se alimenta de arsênio ( o negão chega pulou!).
Mas tem também o estudo de certas formas de vida baseadas em ácido sulfúrico, e neste caso, se não me engano, são animais mais complexos e de certa forma invisíveis à percepção humana (isto não é uma informação científica, mas circula por aí).
E este é o primeiro passo para procurarmos entender certos mistérios relocados para subgrupos subcientíficos.
Enfim, a base na qual a ciência se apoiava pra derrubar um milhão de hipóteses e possibilidades de vida e consciência foi derrubada. E este é o motivo pelo qual esta conversa parece viajada para quem cresceu com uma visão de mundo tacanha, proposta pelas escolas e informações "pé no chão".
A ciência até então considerava que a única possibilidade para a existência de vida e consciência seria a presença de um corpo baseado em Carbono (assim como o homem e todas as outras formas de vida que surgiram de um mesmo microorganismo baseado em carbono que havia aqui na terra, e que por isso possuem traços vindos do DNA deste tal organismo inicial, como dois olhos, narinas ou guelras, rabos, etc).
Estamos no momento de rever aquelas histórias das florestas contadas por nossos antepassados, e considerar a possibilidade de que nosso progresso tacanho baseado em livros lidos como bíblias em detrimento da observação dos sentidos intuitivos nos tenha cegado para um universo muito mais rico do que imaginávamos.
É preciso observar melhor os ventos, as luzes misteriosas, os sussurros negados pela mente racional.
É necessário até rever os conceitos da loucura, provavelmente.
A vida pode estar lá. É isto que mudou na "realidade-pé-no-chão" da ciência, esta semana.
Eles estavam entre nós o tempo todo e não estávamos sabendo enxergar.
Sim, é incrível que um pedaço tão pequeno de informação gere tanta especulação positiva, quebrando o gesso das leis imutáveis da existência.
Caiu um paradigma importante.
Vamos libertar as bruxas nos calabouços e pedir que nos contem de novo o que estavam falando - vamos revisar.
Enfim, perceberam que a dízima periódica é um bug na matemática que prova que estamos fingindo para nós mesmos que o mundo é assim.
Ué? Qualé?
É o Who Farted Paranormal te fazendo pensar, se quiser.
Tipo... Pode haver uma multidão de seres vivos a seu lado neste momento, e você nem desconfiava até então.
Ainda me sobram duas longnecks de Stella no frigobar. E parecem estar vivas, me chamando... Chamando...
Boo.
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adoro essa banda,
ah meu... Fala sério...,
book,
esconde isso
24 novembro 2010
Ferro na Boneca
Se existe algo que às vezes eu não gostaria de ter, é razão.
Mulheres são capazes de fazer na sua frente aquilo que juram que jamais fariam, enquanto fazem. Algumas destas coisas podem lhe ser agradáveis e surpreendes, e outras não.
Como dizia um filósofo que não me lembro o nome, "Apenas o medo e o interesse pode unir as pessoas" - provavelmente ele se referia a confabulações da política, mas tomo a liberdade filosofarter de perceber que a afirmação é bem maior do que a política.
Como estas duas afirmações se unem em um post, é um mistério que você terá de desvendar, e digo logo, me deixe por cima da situação quando imaginar sua história.
Apenas confabulando... Tenha medo de saber os motivos pelos quais uma mulher resolve não ficar a seu lado. Não que isto vá lhe machucar, mas provavelmente você se sentirá um idiota por tê-la desejado um dia.
Não, please. Não estou passando nenhuma decepção amorosa nos últimos dias. Não interprete meu texto de forma equivocada. Este não é, neste momento, um texto auto-revistaquem-biográfico.
Trata-se realmente apenas de observação do mundo ao meu redor. Mas não é bom.
Observar às vezes incomoda, pois altera sua percepção de futuro, de possibilidades.
O ser humano tem o mal hábito de criticar a forma como a vida é, na tentativa inútil de fazer com que as pessoas caiam na real e percebam que poderiam fazer diferente. Mas puxa... Nada mais sem efeito, pode acreditar.
Às vezes me sinto o Clodovil, escrevendo coisas assim.
Trata-se de um momento raro de descrença na humanidade próxima, não causado por descompassos de minha natureza, mas por minha consciência absoluta do que estou vendo.
Mas calma lá. Gosto de escrever estas asneiras pois geram bons insights. Só isso.
É só abrir a janela de casa e vejo o mar.
Filosofia de boteco em excesso pode engordar uma pessoa.
Releve, relaxe, permeie, que a levada é assim.
É ferro na boneca, é no gogó nenem!
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hoje é dia né
Tudo Sobre a China
Para algumas pessoas, a China pode ser um país extremamente atrativo nesta época do ano - como por exemplo, para mim.
Neste momento, na China, não é final de ano.
Não tem Natal, nem Reveillon.
Mas vá lá que você queira curtir... É tudo baratinho.
Pelo menos no que se referir a coisinhas eletrônicas.
Também, não passa Especial do Roberto, nem da Xuxa. Mas é possível que ainda passe A Escrava Isaura em alguma TV, em Mandarim.
Não que eu tenha nada contra as festas de final de ano. Mas será que sou o único que se sente mais pressionado do que instigado com festas de Natal e Reveillon?
Você obrigatoriamente precisa comprar, comprar e comprar. Até roupa branca te obrigam a comprar, e eu não tenho nada a ver com essa coisa de candomblé.
Na China não tem candomblé. Não tem que pular onda.
E se você quiser apenas dormir, visto que todos os outros dias do ano foram de festa? Pode?
Não pode. Vão te chamar de anti-social.
Não posso comprar roupa nova no dia 2 de janeiro?
Serve uma camiseta nova do Motorhead?
É... É um monte de perguntas retóricas.
Mas pelo que vi é alta temporada de turismo na China. Mais gente tem pensado como eu.
Vamos lá. Comemorar o dia do deus Sol e Le wei wong na pla ya.
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já foi melhor
07 novembro 2010
Com Razão, Pra Variar
Não suporto malandragem de ninguém.
(este post poderia ser um tweet)
(este post poderia ser um tweet)
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dicas reveladoras
O Mistério do Planeta
Ultimamente, tenho ouvido de novo o álbum Acabou Chorare dos Novos Baianos, provavelmente a primeira vez que ouvi algo brasileiro, desde que me entendo por gente, no rock, que me deu vontade de chorar.
Esses caras fizeram mais do que história. Fizeram música boa.
Uma moçada formada por Paulinho Boca de Cantor (o vocalista deste video acima), Pepeu Gomes (um guitarrista extraordinário), Baby Consuelo, Dadi (o baixista que nos anos 90 tocou com o Barão Vermelho), Luiz Galvão (letrista), Moraes Moreira e músicos convidados.
Não por acaso, a Revista Rolling Stones concordou comigo no ano passado e elegeu este como o maior disco da música brasileira, numa daquelas listas polêmicas, mas puxa... Se eu fosse escolher uns 10 melhores, incluiria este na lista, junto com alguns dos Mutantes, e Gal Costa por consequência natural.
Pra quem conhece esta moçada de suas carreiras solo medíocres nos anos 80, pode parecer estranho o que digo, então, não me ouça, ouça o álbum, que está facilmente disponível no seu site de downloads preferido.
Preste atenção nas letras nonsense, que parecem ir direto ao seu sub-consciente. Isso deve ter sido feito à base de muita chapação, porque, se você tentar entender as letras, vai se ferrar - se apenas ouvir e prestar atenção nas palavras, vai entender tudo, seja lá o que tudo for pra você.
Acho que uma vez a cada 5 anos na minha vida me deparo com este pequeno grupo de músicas que me tiram do sério a cada audição, e ouço repetidamente até cansar e voltar aos Blues e outras esquisitices de meu repertório.
Ouça A Menina Dança, Acabou Chorare, Besta É Tu. Aliás, ouça tudo, sem tirar de dentro.
O Who Farted, como entidade de filosofia de boteco gosta muito de Besta É Tu. Nada mais Who Farted do que esta música.
Quem não tiver pena de ouvir Um Bilhete Pra Didi e perceber que foi plagiada pela Nação Zumbi, vai ouvir e perceber que não apenas isto, mas muito da música brasileira independente de hoje bebe nesta fonte e outras pérolas nos anos 60/70, como Secos e Molhados.
Falei? Falei. Vá ouvir e para de ler estas asneiras aqui.
É rock'nroll do bom em português, cheio de samba, cavaquinhos e percussões e sacadas geniais de guitarra de Pepeu. E tudo sem Pro Tools, nem Fenders, nem Marshalls - na base do teviranegão valvulado.
"Besta é tu de não viver este mundo, se não há outro mundo."
02 novembro 2010
Uma Tarde Em Que Meu Messenger Abriu Sem Avisar
Sabe o que me irrita de usar esse treco de messenger? Já te digo.
Você está ali, trabalhando numa boa, com um monte de coisas importantes pra fazer, e pula uma janelinha amiga, de nick "Dilma elelê elalá, oje o bixo vai pegar", com a seguinte pergunta:
"Quem é você?" (???)
Tipo... Porra... Eu não adiciono ninguém em messenger, então, se alguém tomou o cuidado de me adicionar, deve pelo menos saber quem eu sou, né mesmo? - e só pra constar, eu que deveria perguntar quem tá falando, a não ser que eu esteja falando com a Dilma.
Mas a coisa não para aí, não. A segunda pergunta é a que mata:
"Tc de onde?" (!!!!)
Essa frase, já me disseram, é uma espécie de senha, uma frase chave, que em última análise quer comunicar "oi, estou aqui sem fazer nada, entediado numa tarde de Segunda-Feira, estou afins de falar merda com qualquer pessoa, e escolhi você".
Mas beleza, tudo certo... Vamos ver o que a gatinha quer, né mesmo?
Faço eu a minha pergunta...
"Quem é? Eu te conheço?" (veja que pergunta bonita, intelectual e cheia de razão - apenas eu viria com algo assim a esta hora)
"Acho que não" - ela responde.
"Ah tá. E de que se trata? Em que posso mesmo te ajudar?" - essa é a pergunta cata-piolho.
Explico... É tipo um antivírus para papo de messenger. Essa pergunta fria e calculista costuma afugentar conversa chata de gente desocupada.
Mas aí, vem a resposta que muda todo o rumo.
"Ah nada... Estou apenas conversando. Quero ser seu amigo".
Amigo??? Como assim "amigo"? Quer dizer que estou de conversa mole numa tarde de Segunda-Feira com um cara que não conheço, não sei como veio parar na minha lista de contatos, que diz que quer ser meu amigo? Seria o Gasparzinho?
Putz, de boa.... Se ainda fosse uma ninfeta sub-27 fazendo graça na net e dizendo "Oi Tio" eu até estendia por mais uma ou duas linhas, mas cavacos... Vá se tolher!
Depois, o povo reclama que eu sou grosso, e que nunca me vê no messenger.
Mas aí, pra salvar a internet da praga que transformaria todos em sal, pula a segunda janela:
"Oi, kkkkk... Olha as fotos da gente naquela festa... Faz tempo que queria te enviar, mas só agora conseguir te envia. Clica aqui pra baixar >>>>> fotos.zip"
Ah tá... Vou clicar agora mesmo! Agora sim, algo que me interessa!
Putz... Deixa eu atualizar o Who Farted que faço mais negócio.
01 novembro 2010
O Imprevisível
Preciso confessar que gosto de mulheres imprevisíveis, do tipo que às vezes joga duro e às vezes ataca sem prévio aviso.
Ou corrigindo a frase anterior, preciso confessar que estou achando que eu pareço gostar de mulheres imprevisíveis, ou tenho mesmo um espécie de imã pra isso.
Definitivamente, talvez, possivelmente e certamente estou provavelmente revendo meus conceitos sobre o que penso de mim mesmo.
Tá, sou imprevisível mesmo, e por vezes indecifrável - isto é bem claro mesmo.
Acho que talvez eu tenha quase certeza de que sou eu mesmo que tô sem paciência, sem paciência e sem paciência com as mulheres (já mencionei que estou sem paciência?).
Desconfio que em Recife e Região Metropolitana as mulheres estão menstruando duas a três vezes por mês, a julgar pelos sintomas típicos da TPM que expõem constantemente - deve ser uma evolução da espécie, sei lá.
Eu? Quem sou eu nessa coisa toda? Tô só no surf de longboard (já falei?).
Se a onda me levar pra a praia, tô dentro, se me engolir, também tô dentro.
Mudando o rumo da conversa...
Eis que resolvi passar um tempo em Olinda - isso mesmo.
O motivo é que gosto de levar lapada de mulher braba, e odeio Carnaval. Então, estou mudando para uma pousadinha estilosa na portinha da cidade histórica, em plena alta temporada, logo nos primeiros ecos do carnaval de rua, pra me ferrar de vez. Tá bom pra você? É auto-flagelação.
Não me pergunte o porque desta mudança, tirando minhas maluquices.
Mas de repente, sei lá, me dei conta de que não estava exatamente aproveitando o fato de morar como um turista de longo prazo nesta cidade - digo... Puxa... Moro numa pousadinha, então, se eu quiser, posso mudar toda semana de pousada, que tal? Simples assim.
Afinal, querendo ou não, Recife, Olinda e Jaboatão têm pousadas legais de sobra, por ser uma região turística. Sempre se encontra algo muito bem localizado e em conta - não muito menos em conta do que apartamentos que à vezes nem são lá grande coisa.
Saio de mochila, com um laptop e uma guitarra nas mãos, e está feita a mudança.
Mas veja bem se não faz sentido pra você.... Moro na Região Metropolitana de Recife há um tempão, e se muito, devo ter ido a Olinda umas 3 ou 4 vezes (sem contar, claro, com minhas viagens constantes atualmente para encontrar o local certo para mais esta aventura).
E cara... Todas as energias parecem conspirar a favor de Olinda. Desde que resolvi que ia mudar pra lá, sem motivos aparentes arrumei um cliente bom por lá, e conheci uma daquelas meninas lindas e complicadinhas que mora nas redondezas e tem assunto de sobra pro Who Farted.
Além disso, é mais perto do centro do Recife do que Jaboatão.
(Tá, falo a real... fiquei sabendo que se rolar tsunami aqui na cidade a onda vem pra Jaboatão. Depois dos novos terremotos em Bali, e o histórico de coisas sinistras que acontecem nesta cidade, sei não... Bora pra Olinda. Surfar de longboard sim, mas calma lá com a onda, né filhote?)
E quer mesmo saber? Vamos lá então.... Estou devendo a mim mesmo a benfeitoria de pegar novos ares no rosto, começar uma dieta e viver num lugar um pouco mais agitado.
Pelo menos o terceiro item já está garantido.
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quanta asneira,
que piégas
28 setembro 2010
Pau, Cipó e Peia
No universo em expansão em que vivo, nem as vitórias, nem as derrotas, parecem render mais do que um ou dois dias de frutos suculentos.
Isso vale para trabalho, para amigos, e certamente para mulheres lindas e sorridentes que me deixam meio blah blah bleta.
Já me cansei de me declarar decepcionado com a total falta de interesse delas naquilo que sempre alardearam ser os homens que não queriam - relacionamentos que valham algo mais do que somente menos um dia sem ganhar um beijo.
Na verdade, hoje, e talvez por um ou dois dias, estou um pouco triste com o fato de que algo que vez ou outra cultivei como uma piada, essa coisa de me fazer parecer um grande e gaiateiro pegador, está me fazendo algum mal.
Se alguém convive comigo deve enxergar isso, ou não prestou atenção.
Mas tá, também não levo isso lá muito a sério, é preciso assumir. Mas, sei lá, às vezes é preciso falar para tentar entender o que se passa.
É fato notório que ultimamente tenho sido mais médico do que monstro.
E é por vezes constrangedor ver tantas meninas que momentaneamente se mostraram tão encantadas pela minha presença, simplesmente engatarem em relacionamentos sérios com outros caras que... Sei lá... Se eu fosse mulher, não ia querer não, acho - mas é óbvio que não entendo de homens.
Mas a questão aí nem é a respeito de ser melhor ou não. É o fato de que, como diria Hank Williams, não fui eu quem fechou contrato.
Mamamamamamia... Não estou brincando não, desta vez. A impressão que se tem é de que as meninas querem mesmo arrumar um goiabão, um bananão que possa ser mantido sob controle, e aí, não existem belas palavras que resolvam.
E também não se trata de reclamar. Afinal, pra quem é que se reclama sobre isso? Procon?
Não há o que fazer em relação a isso, se tudo é uma faca de dois legumes.
Se eu avanço e resolvo meu lado, passo a ser visto como um não namorável pela minha empáfia e pseudo-agressividade-sexual; mas se tento ser o cara legal, vou ficando de lado de qualquer forma - não sei jogar esse jogo de conversinhas e sushi.
Certo, achei a solução!
O jeito é deixar como está, já dizia o grande filósofo Mahommah Kadafi.
Ou, parafraseando Higmar Brekt, "É pau, cipó e peia", visto que lagartixa não sobe parede fofa, e limão só azeda depois de aberto e espremido.
Chicote de rato branco é jibóia, meu filho.
E como eu sempre digo: "Eu acho que sempre digo coisas de mais."
Eu já tô é mesmo em dúvida se quero mesmo voltar a ter relacionamentos sérios com alguém. Não preciso de alguém que ache que me controla. (putz, e essa afirmação foi neurótica)
E como... (vc já sabe...) Não me leve muito a sério. Ninguém leva, mesmo.
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05 setembro 2010
Ácido e Melancólico
Já dizia Chet Finnegan:
"Quando for soltar um peidinho, muito cuidado pra não se borrar".
Hoje, percebi de repente a velocidade com que passei a sentir que algo poderia me faltar se eu não tivesse o que eu talvez pareça querer, e isto é sem dúvidas talvez, possivelmente, algo bom - sempre é, como são as pizzas.
Minha vó já dizia que vazio interior é vontade de comer - e eu não discordaria completamente desta afirmação, pois afinal, ao final, se a vida vinga não é siso mesmo?
Não sou peça fácil de se entender. E quando começo a pensar de mais nas madrugadas, já sabe que não é pouca coisa que vem por aí.
O lance que bagunça tudo é tal da ansiedade. O que me torna um péssimo pescador.
Filosofias à parte, o que importa mesmo é a vontade de se divertir neste mundinho esquisito que não entendemos muito bem, mas temos de encontrar os caminhos da tal sobrevivência.
O caro leitor se pergunta:
"Onde está mesmo todo aquele bom humor?"
Continua aqui, meu caro Watson. Não se engane tão facilmente pelos meus maus hábitos.
A memória do meu cartão se esgotou para SMS. Mas juro que entendi cada palavra (acho), e gosto disso (acho).
Mas olha, diga se estou mentindo... Tem dias que a gente passa o dia querendo falar e falar e falar de algo apenas pra desabafar ou manter vivo, como se aquilo fosse uma tábua de salvação.
Não me assusto com minha ansiedade. Mas é apenas ansiedade. Simples assim. Traquilo assim, sem nem me preocupar.
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30 agosto 2010
Amigos e Mulheres
Já dizia o filósofo grego Areowaldo Sóstefles:
"Na vida, cultive velhos amigos e novas mulheres."
Este fnal de semana (salvo por um pequeno minuto de raiva) foi absolutamente perfeito, daquele jeito que não dá pro cara não acordar na segunda-feira com um largo sorriso no rosto.
Sabe quando dá tudo certo, e ainda por cima acontece algo bom e inesperado (o tal tapa na cara)?
Ao todo, desta vez, fui responsável direto ou indireto por 5 festas no final de semana, todas com muito sucesso de crítica e público, mulheres belíssimas (acima da minha média atual) e boa cerveja (de Heinequecas a Stelitas).
Preciso dizer que não comi ninguém? Pois já digo logo... Mas nem precisava - se é que você vai me entender, quando eu digo isso.
Tem momentos que você apenas adora olhar para os lados e perceber aquele pensamento maldoso passando pela cabeça: "Puxa, mas como é que eu consegui tudo isso?"
E "tudo isso" só interessa a mim saber o que é.
E aí, a memória te traz de volta todos os motivos pelos quais você realmente merece "tudo isto".
Às vezes acho que as meninas deveriam me odiar por ser relapso, me vestir mal e engordar indiscriminadamente, e ao invés disso, continuam sendo criaturas amáveis e desejáveis.
Mas pode acreditar! Os planos para cortar o cabelo são concretos, a dieta está saindo do papel e a idéia de me dedicar mais e melhor a apenas uma mulher ao velho estilo monogâmico também estão de pé - mas claro, não abri um concurso público para isso, vamos deixar que os fatos sejam fatos, e apenas sigo sem pegar ninguém por esporte, pra me sentir bem, dormir tranquilo, acordar com vontade de ganhar o mundo.
Como eu havia dito, novas atitudes, novas expectativas, novas referências para velhos sonhos.
E eu não poderia ser mais feliz pelas imagens que vejo no horizonte.
Um belo e redondo sol.
Ah tá... Já me acostumei com essa coisa de sempre ter quem me chame de esnobe, ou torça pra que eu fosse mesmo veado... Afinal, isso nunca mudou nada nos resultados.
Continuo tendo que matar um leão e uma girafa por dia (vamos colocar um veado na lista, porque não?)
É importante vez por outra eu postar algo assim, num blog que geralmente mantém um saudável tom melancólico e ácido.
Jamais deixarei de ser melancólico e ácido. Mas é muito bom conseguir se enxergar no espelho da forma que você sempre foi e havia esquecido - isso sem precisar de Ritalina, Prozac nem Viagra.
Hoje? Hoje é outro dia. Sei lá o que virá, as as lanças estão a postos.
Mas pode ser um dia péssimo que meu bom humor se manterá intacto.
Por tudo de bom dos últimos três dias, posso aguantar uns 15 levando pedra.
Aguarde pra ver!
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universo
27 agosto 2010
Let The Music IN Heroes
Minha razoável coleção de Cds está hospedada na casa de amigos desde que resolvi me tornar um eficaz e audaz andarilho.
É fato que tenho ouvido menos música. E se ouço, ouço com menor qualidade que antes. Em mp3, no youtube, no carro dos amigos.
Bastante diferente dos tempos em que não passaria uma semana sem que eu entrasse numa boa loja de Cds e DVDs para comprar uns três ou quatro apenas pelo esporte da coisa toda.
Falando sério mesmo, acho que tenho Cds e DVDs que nunca ouvi direito - comprava para um dia quando tivesse no clima, ouvir com calma.
E o que dizer das famosas discografias em MP3 baixadas pelo Emule? Alguém aí já parou pra ouvir tudo que baixou? Sinceramente, nem sei porque a industria fonográfica se doeu tanto. Baixar um pacote de MP3 na maioria das vezes não era diferente de entrar numa megastore e ver CDs na prateleira, que a gente ouvia umas partes aqui ou ali no "provador".
Moral da história: estou ouvindo menos música, e por incrível que pareça, acho que por causa disto mesmo estou com a percepção mais aguçada quando ouço algo bom.
O excesso definitivamente banaliza.
O mesmo acontece com as mulheres. Cada vez acredito mais e de novo que o melhor é não banalizar.
Eu tinha o estranho hábito de, sempre que eu via lá de longe uma bela menina que talvez pudesse me interessar e talvez eu pudesse querer conhecer, começar a imaginar como seria minha vida se porventura eu me apaixonasse, me casasse, tivesse um filho e separasse.
(acho que já comentei sobre isto no Who Farted)
Pode parecer maluco pra quem não tem uma mente assim tão ativa e inquieta, mas acredite que isso já me fez enxergar muita coisa e me tirou de muitas roubadas.
Há algum tempo, eu tinha por regra nunca se quer tocar uma menina por quem eu não acreditasse que poderia me apaixonar e aguentar a meu lado por anos - note que isto não necessariamente significava que isso iria mesmo acontecer, e na franca maioria das vezes realmente não aconteceu.
Dá pra entender? É uma espécie de garantia...
Tipo... Como diziam as Spicy Girls, de forma tão maldosa quanto apenas as meninas bonitas poderiam ser:
"Dentro de toda garota magra existe uma gordinha latente louca para vir à tona".
Na visão masculina da coisa, poderíamos dizer que:
"Dentro de toda linda e doce gatinha carinhosa existe sempre uma megera louca pronta para soltar a franga."
A gente nunca sabe. Nunca sabe mesmo. Mas vale a pena observar os detalhes.
E não falo da parte visual, coisas do tipo "Jogar água no cabelo pra desmascarar a chapinha" nem "Fazer o teste da praia para desmascarar celulites indesejadas", ou ainda fazer a "prova da mãe" (observar a mãe para ver como a filha pode ficar no futuro).
Nada, nada... Estas bobagens quem se preocupa mesmo são elas.
Para nós homens, convém apenas observar como elas tratam suas amigas e amigos, como falam de seus ex-namorados, histórico de atitudes indesejadas. Covém também observar as pequenas atitudes egoístas e amplificá-las (pois assim serão no futuro).
Tá bom, tá bom... Que papo esquisito esse né mesmo?
Mas quem disse que eu sou normal? (BGhjtersgsusha9i)
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