Who Farted? - O Blog.
O Who Farted é meu blog infame de conteúdo absolutamente pessoal e intransferível, no qual publico pequenos pensamentos de filosofia nonsense de boteco e pequenas fantasias de realidade fantástica (ficção), reflexões insanas e fartológicas.
Aqui solto meus fantasmas e exponho livres pontos de vista sobre um universo maluco que me cerca.
Who Farted é meu psicanalista, meu diário, minha carta aberta a meus amigos e amigas.
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16 agosto 2013
Bullying da Nanda Costa
Confesso que ainda não tive tempo de dar uma conferida na perchereca da Nanda, mas pelo que estão falando e repetindo insistentemente pelas mídias sociais a bichinha é cabeluda.
Que maravilha. Se ela quiser liberar essa cabeleira pra mim, tô dentro, não me importo.
Mas me importo profundamente com o ponto de vista das meninas que estão acusando os homens e a mídia, supostamente guiada por mentes masculinas, de preconceito contra a mulher, ditadura dos pelos e coisas do gênero.
Só esta semana devo ter recebido uns 5 posts indignados de mulheres achando um grande problema o fato de terem criticado a cabeleira da Nanda.
Será que podemos, pelo amor das divindades disponíveis, manter a vida mais leve?
Qual o problema em alguém criticar a perseguida da Nanda, se ainda semana passada uma linda menina ruiva estava reclamando de um pelo grande que saia do meu nariz?
O que tem de errado com os pelos do meu nariz? Que ditadura é essa da estética que precisa me forçar a cortar os lindos pelos aloirados que saem do meu nariz?
Caso não saibam, todo nariz tem pelo – inclusive o seu.
E aquele pelo solitário que certa vez uma bela moçoila que estava em minha cama encontrou saindo do topo da minha orelha, e não se aquietou enquanto o diabo do pelo não fosse arrancado?
E essa ditadura da barba? Porque certas mulheres dizem que homem de barba não serve? Não serve pra que?
Todo homem tem barba, e eu deveria poder deixá-la crescer até onde eu quisesse, como Moisés e Jesus Cristo. No entanto, a sociedade me informa, as mulheres me informam, que fica melhor se eu pelo menos a mantiver aparada.
Pelo que eu estou vendo, o Who Farted está fazendo parte de um novo movimento ao lado do blog do meu companheiro cabassafado Junkie Box, em defesa dos poucos direitos de opinião que possam ser reservados ao homem.
Homens adoram mulheres do jeito que são. Uns preferem as negras, outros as loiras, outros japonesas, alguns curtem as cabeludas outros as depiladinhas, uns as peitudas outros as magrinhas...
Ditadura por ditadura, não queiram vocês meninas acabar com as diferenças de opinião entre os homens em nome dos direitos das mulheres. Direitos para todos. ;)
Se podem reclamar de nossos pelos do nariz e nossas barbas, deixa a gente também ter nossa opinião em paz, sobre a perereca da Nanda - garanto que mais gente vai gostar, do que achar ruim.
(ou mais ou menos isso)
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17 agosto 2012
Teorias da Imperfeição
Ninguém nunca é exatamente o que desejamos.
Geralmente, não agem como gostaríamos, não falam o que queríamos, simplesmente não servem.
Felizmente, para que a raça humana possa sobreviver, existe uma razão maior que supera tais obstáculos e atrai homens como eu para mulheres como estas: a bunda.
Com o tempo, contudo, esta mesma pessoa imperfeita cuja bunda nos atrai se torna aos poucos exatamente como queremos.
Não é que a outra pessoa mude. Quem muda é a gente.
Um dia, você se olha no espelho e percebe que passou a desejar a outra pessoa como ela é, e este se torna o seu novo padrão jamais atingido por outras pessoas genéricas.
E esta é a grande mágica da vida.
É assim que eu imagino que a natureza nos faz se interessar em tentar se reproduzir insistentemente com a mesma pessoa por uns tempos.
Felizmente, mesmo sabendo de tudo isto, já descobrimos a camisinha.
E isto, fatalmente nos leva ao ponto de partida, encontrando pessoas imperfeitas por aí.
E assim caminha a raça humana.
(Diga aí?)
12 junho 2012
Cachorros e Aliens
E os homens, que se acham tão inteligentes, não se tocam de que foi um cachorro quem chegou primeiro ao espaço em um foguete - na verdade, uma cachorra.
Isso me faz pensar que talvez o importante não seja realizar, mas estar próximo de quem realiza, ou talvez convencer pessoas a realizar coisas que você queira.
Ou ainda, rever o papel do cachorro na sociedade mundial.
Bom, acho que assim pensava Laica.
Por falar em quem realiza, estive nos últimos meses retomando meu ritmo de cinéfilo pop, assistindo todos os filmes de todos os tipos que tive chance, e por vezes os comparando às críticas dos jornais e blogs especializados.
É incrível perceber que quem fala de cinema não conhece da arte. Muitas vezes posso dizer que o crítico nem assistiu o filme todo.
Exaltam-se grandes porcarias com boa estética numa bola de neve de insegurança para ditar as próprias opiniões – da mesma forma se refugam coisas muito boas que por azar chegam pelos canais errados de divulgação e produção.
Do ângulo de quem apenas assiste por entretenimento, a despeito de todos os recursos, roteiros e direção, o bom filme é aquele com o qual você se identifica a ponto de se colocar na pele dos personagens, sentir seus medos, ter os mesmos ímpetos.
Não é difícil entender que o melhor cineasta é aquele que melhor se comunica com as pessoas de sua geração.
Particularmente, tenho me identificado com os vilões de filmes como Homens de Preto, Prometheus e Batleship, o que por si só não deve ser um indicador muito positivo de como ando me sentindo ultimamente.
É, contudo, um bom indicador de que a ficção científica voltou a ficar em alta, as pessoas estão sonhando mais, rindo mais.
Mas sutilezas irônicas sobre minha pessoa à parte, preciso dizer que fiquei impressionadíssimo com um filme de baixo orçamento chamado Café Com Amor, com a atriz Jennifer Love Hewitt. Na minha visão, uma espécie de The Matrix em embalagem para mulheres – filme sensível, de ritmo lento, mas fascinante mesmo para cabassafados como eu.
Procurem na treliça de seu vendedor de DVDS piratas preferido. Não acredito que esteja em algum cinema comercial.
Aliás, em breve prometo uma lista de filmes ruins que são bons. Aqueles que a gente nem se interessa em entrar na sala pela chamada, quando entra assiste quase sozinho, e desaparecem pelas prateleiras das locadoras de DVD. Tem uns legais pra indicar!
Gosto quando se consegue falar de coisas grandes de uma forma leve e descomprometida.
E claro, não vou esconder, tenho ido muito ao cinema pois não tenho tido uma vida mulheril muito agitada ultimamente.
Desta vez, não que eu esteja em fase blasé. É mais elas que estão nessa fase para meu lado.
Mesmo perto do Dia dos Namorados, época em que comer alguém é algo geralmente de extrema facilidade – inclusive comumente com demonstrações de paixão à primeira saída e “com urgência por favor”.
Mas tudo o que vejo são belas ninfetas que não podem bancar o que prometem com seus olhares e lindas moçoilas experientes pero no mucho que parecem desejar o amor de todos os homens ao mesmo tempo.
É eu sei... Esse é o tipo de texto que soa como um desafio para elas... Tipo “Porque vocês não me mostram que eu estou errado? Venham dar pra mim!”.
Mas na verdade, acho que nem é. Ou talvez seja.
Bom... Se você se sentir instigada, for linda e goste de discutir física nuclear depois da transa, chega aí.
Dois pra lá, dois pra cá, fico eu aqui em tempos de seca do jeito que dá.
Mas tá tudo bem, vejamos sempre pelo lado bom: estou me divertindo bastante como o misterioso lonestar agarrado com minha garrafa verde de cerveja gelada.
Vivendo a vida e … Vivendo.
Mas como eu vinha dizendo, mesmo que você seja um ET ou um cachorro, se você souber como convencer as mulheres a realizar aquilo que você quer, você pode conseguir uma ch... Hmmm... Ops, este blog aqui é aquele em que não falo muita putaria para não ser barrado pelo Google, esqueci.
Assistindo agora “As Marcianas Nuas de Vênus”. Parece bom. Depois te conto.
PS.: (para a APA) Nenhuma cachorra foi maltratada neste post.
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01 fevereiro 2012
Mundos Paralelos do Capibaribe
É preciso citar que este ano de 2012 começou de maneira bastante interessante pra mim. Boas vibes, boas atitudes, pensamentos centrados, instigado para trilhar mais e novos caminhos.
Ainda que meu apetite por coxinhas com capas crocantes e recheio de Catupiry continue intacto, é fato que tenho conseguido domar outros desejos insólitos.
Cada vez mais, reforço minha crença de que as mulheres são muito mais do que apenas uma bela bunda (é preciso sempre lembrar que também existem os peitinhos - ah, os peitinhos).
Pensamentos cínicos e pseudo-stand-up-comedy-machistas à parte, tem sido fato que também tenho me proposto a voltar a ser mais sociável com as belas meninas que me cercam, porque nem eu estava mais me aguentando naquele mood ranzinza e impaciente do final do ano passado, chamando mulher que me encarava pra brigar.
Contudo, justiça seja feita, foi necessário algum tempo de paz, para voltar às guerras dos amores, tremores e suicídios emocionais comuns na vida corriqueira de qualquer ser normal (sim, o excesso de repetição nesta frase foi absolutamente proposital).
Comecei este ano me sentindo de novo aquele pós-adolescente que tenho mesmo sido desde que passei da puberdade, e já devo ter me apaixonado umas cinco vezes em janeiro. Mas claro, elas continuam a não me levar a sério, e eu continuo curtindo uma saudável solteirice.
E lendo um grande livro de filosofia havaiana, me deparei com a questão que define o rumo da vida de um cabassafado das estepes em algum momento: "... E se uma delas acreditar em mim?".
Bom, aí a gente vê o que faz.
Recentemente, pelo menos, a única que citou as palavras paixão e fidelidade resolveu fazer sua retirada estratégica rumo ao Carnaval em Recife e Olinda, o que não deixa de ser um grande serviço à sociedade notívaga em época de inferno astral.
Não que eu mesmo possa levar a sério alguém que cita paixão e fidelidade após um primeiro beijo, mas claro que estas coisas não me geram qualquer tipo de repulsa.
Na verdade, isto me gerou uma grande curiosidade positiva, do tipo "isso é mesmo sério?" - iria gostar de ver aonde isto iria levar, desde que sempre fique claro que no que tange às belas meninas eu não busco nada, não espero nada, não planejo nada. Prefiro avaliar o que encontro.
Iria gostar se ela tivesse tentado, mesmo sabendo que provavelmente seria apenas um bom grupo de bons momentos e mais histórias para contar no Who Farted.
Mesmo em épocas bicudas de reclusão como as que optei por passar recentemente, uma coisa em mim nunca mudei: sempre estou aberto ao que vier, se vier. Jamais deixei de ligar para uma garota no dia seguinte, ainda que esta seja sua chance em geral para provar a que veio, pois se os resultados forem ínfimos, poucas serão as chances de uma nova busca de minha parte.
Sempre me permito sentir primeiro para avaliar depois, tomar decisões depois, geralmente sim, neste momento baseadas em um mínimo de racionalidade.
Mas como já disse algumas vezes por aqui, sempre que beijo uma garota considero que ela poderia se tornar a mãe de meus filhos, e eu teria de conviver com ela o resto da vida - por isso sempre escolho direitinho o que faço.
Mas o que geralmente desqualifica a menina para o papel citado são as horas, dias, semanas seguintes, e não uma mera decisão arbitrária de minha parte.
Não sou do tipo que arruma casamento e namoro por mero hábito. Adoro estar comigo mesmo. Portanto, o que vem é lucro, e tem de ser bom.
Isto deveria ser algo que toda mulher sensual deveria ler no manual de instruções que existe em minha grande testa. Ao invés de me classificar facilmente como um ser instável e mulherengo (uma lenda inconsistente), perceber que sempre e sempre existe a chance de eu me tornar um comportado príncipe shrekiano encantado por seus sabores agridoces.
Mas isto, claro, é consequência e não meta.
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24 setembro 2011
Dias Estranhos II
Existem momentos em que tudo converge nitidamente, como se você fosse um ímã. As coisas fluem, se agregam, os movimentos são de alta positividade, coisa de comercial de margarina sem gordura trans.
Nestas horas é fácil ver a vida caminhando pra frente, se construindo.
Mas quando as relações pessoais e profissionais entram numa tendência turbilhonada de ruptura, em ritmo de Big Bang, nem sempre é simples observar as peças se estruturando.
É que o ser humano não tem chip dual core. É quase impossível enxergar a ordem do caos, aquele caos que acaba sendo apenas uma ordem não absorvida pela nossa tola noção de lógica.
Bom... Aí vêm os dias estranhos.
Aquele tipo de dia em que você sai pra comprar cigarros, tropeça numa pedra, derruba uma velhinha sem querer, o cara do lado não entende e fica puto com você, puxa briga, te dá um soco na cara, você revida, a polícia chega e te leva preso, na cadeia você conhece um velho pirata que te dá um mapa do tesouro e morre, você vai procurar o baú no Caribe e se perde numa ilha deserta onde morava uma bela donzela de seios fartos e escova definitiva no cabelo, tem três filhos com ela, constrói uma casa de bambu, cria um lobo do mato, faz uma piscina natural e vive feliz para sempre
Eu não tropecei em velhinha nenhuma. Mas andei chutando o pau da barraca por aí, sem paciência para ser político com a comunidade aqui da Transilvânia.
Preciso confessar que tem funcionado.
A vida acaba surgindo em sinais, e é bom arrancar da frente o mato seco pra deixar os passos mais soltos e a visão menos turva.
Ou como um amigo confessou à boca pequena por estes dias "estou precisando comer alguém".
Sim, my friend, todos nós, todos nós.
Estes dias estão mesmo estranhos.
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17 outubro 2010
Acéfalo e Rápido
Talvez fosse mais fácil creditar tudo ao signo de Aquário - essa minha inconstante e traiçoeira poeira cósmica de liberdade que infecta minha vontade de seguir um rumo constante pode ser mais ou menos agressiva em uma ou outra pessoa.
Mas... porra nenhuma.
Nem sou do tipo que acredita em astrologia - mas que esse treco funciona, funciona.
Outra probabilidade seria creditar isto só a mim. Isto seria bastante proativo e cabalista, mas completamente injusto, visto que não sou perfeito - ou melhor dizendo, não faço tudo sempre perfeito, ou vá lá... as coisas perfeitas que faço não parecem perfeitas para todo mundo, visto que perfeição é mera subjetividade.
Vamos creditar, como sempre, ao destino - aquele bom e velho recurso que temos para dizer que algumas coisas são o que são por um motivo talvez nem tão aparente.
Deixemos que o tal destino resolva daqui pra frente, sendo assim.
Como eu tenho pensado ultimamente, hoje em dia preciso sentir mesmo o chão firme antes de aprontar das minhas loucuras boas.
E assim tem dado certo.
E pode acreditar que eu pratico o que prego (como diria o Depeche).
Hoje estou feliz pra caramba (acho), ou sei lá.... Sei lá mesmo. Pensando bem, não sei bem onde estou pisando, mas estaria feliz se estivesse onde eu acho que estou.
A felicidade é um animal de quatro patas, acéfalo e que corre rápido - não tente caça-lo com artimanhas, armadilhas, planejamento (é preciso pegá-lo quando passar desgovernadamente ao seu lado, e portanto fique atento e use de força se necessário).
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24 julho 2010
Um Sábado Chuvoso
Desculpe pela falta de originalidade no título, mas é que aqui agora é inverno (Recife) e inverno aqui é só chuva e mais chuva - fazer o quê?
Mas não tem nada a ver com tristeza, não. Tirando o fato de que não me dou muito bem com essa coisa de guarda-chuva, e entre ter um e me molhar sempre fico com a segunda opção, acho que gosto de dias chuvosos na praia. Tem lá sua beleza refinada.
Hoje estava me olhando no espelho e de repente, comecei a perceber umas coisas diferentes. Cara, como eu sou mesmo grandão,né? Deve ser por isso que ninguém me assalta por aqui quando ando nas piores localidades possíveis pelas madrugadas, nem me chama pra brigar quando a sua mulher está olhando pra mim.
Isso é bom... A parte boa da coisa.
Mas também deve ser por isso que algumas meninas pensam que eu não me machuco com nada, não me chateio, não fico triste com as lapadas e atitudes egoístas.
Bom, na verdade, como qualquer um, também sinto aquele aperto no peito quando passam por mim como se eu fosse algum tipo de árvore na paisagem, que está ali à disposição quando se precisa, mas não precisa ser alimentada nem regada. Ou como dizia o Waldick, eu também não sou cachorro não, apesar da fama que me precede.
Mas vá lá... Tá certo... Também não dou mais muita importância no dia seguinte. Vira apenas post do Who Farted mesmo, só - porque afinal hoje é Sábado, a cerveja está gelada e a vida é sempre boa para aqueles que não relutam em aceitar isto.
Hoje é dia de trabalhar... Mas minhas reuniões têm sido de madrugada, regada a muita Heineken gelada, amigos e (de vez em quando) mulheres.
Como costumo dizer, apesar da chateação de alguns momentos casuais, nada a reclamar da vida. Tudo parece estar ficando cada vez mais perfeito em suas imperfeições.
Né foda?
Mas não tem nada a ver com tristeza, não. Tirando o fato de que não me dou muito bem com essa coisa de guarda-chuva, e entre ter um e me molhar sempre fico com a segunda opção, acho que gosto de dias chuvosos na praia. Tem lá sua beleza refinada.
Hoje estava me olhando no espelho e de repente, comecei a perceber umas coisas diferentes. Cara, como eu sou mesmo grandão,né? Deve ser por isso que ninguém me assalta por aqui quando ando nas piores localidades possíveis pelas madrugadas, nem me chama pra brigar quando a sua mulher está olhando pra mim.
Isso é bom... A parte boa da coisa.
Mas também deve ser por isso que algumas meninas pensam que eu não me machuco com nada, não me chateio, não fico triste com as lapadas e atitudes egoístas.
Bom, na verdade, como qualquer um, também sinto aquele aperto no peito quando passam por mim como se eu fosse algum tipo de árvore na paisagem, que está ali à disposição quando se precisa, mas não precisa ser alimentada nem regada. Ou como dizia o Waldick, eu também não sou cachorro não, apesar da fama que me precede.
Mas vá lá... Tá certo... Também não dou mais muita importância no dia seguinte. Vira apenas post do Who Farted mesmo, só - porque afinal hoje é Sábado, a cerveja está gelada e a vida é sempre boa para aqueles que não relutam em aceitar isto.
Hoje é dia de trabalhar... Mas minhas reuniões têm sido de madrugada, regada a muita Heineken gelada, amigos e (de vez em quando) mulheres.
Como costumo dizer, apesar da chateação de alguns momentos casuais, nada a reclamar da vida. Tudo parece estar ficando cada vez mais perfeito em suas imperfeições.
Né foda?
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25 outubro 2009
Adeus Mundo Cruel
Em tudo, chega uma hora que a paciência acaba. E tem dias que a paciência acaba no geral. A paciência acaba até na hora de recarregar os chips pacientes, no começo de algo novo.
Estou de saco cheio desta falta de rotina rotineira - isso já é rotina.
Entrei na sala de cinema, e "adeus mundo cruel" - pelas próximas duas horas, pelo menos.
Aliás, vai aí uma daquelas dicas de cinema arrasadoras do Who Farted...
Não deixe de assistir o filme "Se Beber Não Case" (The Hangover), que assisti ontem já meio atrasado na novidade.
É besteira das boas. Com uma direção, roteiro e atuações bastante acima da média para o estilo comérdia, taí um filme cujas melhores idéias devem ter custado quase nada para serem feitas, e são geniais a ponto de serem saboreadas com requintes de atenção.
É uma das mais inteligentes comédias de merda que já assisti, e para isto, o filme não se apoia nos exageros - se você é fã de filmes bestas como eu, deve entender o que quero dizer.
Aliás, acabo de descobrir que este filme é a maior bilheteria de todos os tempos de uma comédia para maiores de 18 anos, nos USA. E com mérito.
Aliás, acabo de descobrir que este filme é a maior bilheteria de todos os tempos de uma comédia para maiores de 18 anos, nos USA. E com mérito.
Não sei se filmes deste tipo ganham Oscars, mas este merecia muito mais do que um besteirol como aquele da Miss Daisy.
Uma das besteiras mais nonsense que se pode imaginar é um dos atores levar um soco do Mike Tyson em pessoa e... Puxa, essa piada é tão sutil, ao melhor estilo do humor inglês (o filme a é americano) que se eu tentar te contar, simplesmente não tem graça.
A dica é: este filme é daqueles que precisam ser assistidos até o final. Pelo menos na sessão em que eu estava, havia cerca de apenas 20 pessoas na sala, e muitos deles começaram a aplaudir no final. E é isso mesmo que dá vontade de fazer no desfecho mais bem tramado dos últimos tempos do cinema, de todos os gêneros - e ainda assim, é sutil, sem exageros.
Ah... Assim, até deu pra renovar a paciência.
Acho que já falei aqui que realmente acredito que é nos filmes de comédia escrachada que se esconde a maior inteligência do cinema. E eu saio satisfeitíssimo.
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01 setembro 2009
De Onde Vem A Raiva?

Dizem que a raiva vem do rato, mas pega no cachorro, ou qualquer coisa assim. na minha opinião prática, acho que a raiva vem da surdez voluntária.
Tipo assim... Você liga pro celular de alguém pra resolver algo importante, e o celular toca, mas ninguém escuta pra atender.
Acho que se todo mundo for obrigado a atender o celular em forma de Lei Federal (algo tipo "Lei do Fudeu") a paz no mundo está fixada permanentemente.
Tipo assim...
O cara tá na maior gandaia, com o celular no bolso, música alta, o bicho toca e o cara é obrigado a atender a namorada que chama ("Fudeu").
Ou, você tá devendo USD28.000,00 em serviços de consultoria de um respeitado profissional que vive num paraíso tropical da América do Sul o cara te liga pra cobrar e você é obrigado a atender ("fudeu").
Até se o Obama ligasse pro telefone do Osama, o cara era obrigado a atender, um avião robô ia restrear a ligação em 0.56 segundos, e uma pistola laser ia transformar o barbudim num carvãozim ("Fudeu").
Essa era uma lei necessária, até porque dizem que stress é pandemia, e stress é causado por raiva gerenciada, pra não explodir. No mundo social é proibido ter raiva, mas é permitido não atender o celular.
Pior do que isso só almoçar duas fatias finas de uma carne misteriosa com um pouco de salada, pra manter a dieta radical do "Nada com Açucar" (como Nada no almoço, mas como Açucar o resto do dia).
Minha vida não é um poema, admito. Tá mais pra letra do Cazuza (sem rima, e nem todo mundo acha assim tão legal).
Sono.
Cachorro preto dorme numa tranquilidade invejável... (chutei pra ele acordar, só pra fazer raiva!)
Have fun!
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02 julho 2009
Coisas sobre a vida

Existem coisas sobre a vida que precisamos mesmo aprender antes que seja tarde de mais. Digo realmente aprender, o que é diferente de saber.
Saber, a gente sempre sabe de muita coisa, mas geralmente separa muito bem o que a gente sabe daquilo que a gente toma por verdade.
Em outras palavras... É. Tô sem sono, e resolvi voltar até aqui pra encher o saco de alguém. Agora, aguenta, babe.
Aqui vai uma lista de apenas algumas coisas, então, que estava pensando ao lado do cachorro preto.
Fato da vida número 1:
Todas as pessoas são legais pra cacete. Ninguém é mesmo filho da mãe. Todo mundo é uma pessoa boa e generosa.
Algumas pessoas, no entanto, possuem generosidade seletiva.
E é preciso saber que pessoas boas, legais e generosas também fazem merda, e também podem ser vilões aqui ou ali.
Fato da vida número 2:
Todo mundo é bonito.
Nem todo mundo acha pessoas bonitas bonitas.
Um fato não anula o outro.
Fato da vida número 3:
As pessoas são bem mais interessantes quando estão sozinhas com você, sem mais ninguém pra interferir em suas opiniões e idéias.
Pessoas geralmente gostam de estar em grupo, como se isto as tornasse mais importantes.
Se a pessoa estiver sozinha com você, ela será ainda mais interessante se for do sexo oposto e estiver sem roupas.
Fato da vida número 4:
Nem todos os argumentos levam a alguma conclusão.
Fato da vida número 5:
Ando sem inspiração pra escrever no Who Farted ultimamente, pois tenho visto menos pessoas, e ocupado minha cabeça excessivamente com trabalho.
Fato da vida número 6:
O Twitter é um saco, mas se todo mundo diz que é legal, vamos usá-lo, né?
Fato da vida número 7:
Whhhhooaaaaaaa que sono...
Nos falamos depois...
Twwweeeet.
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01 junho 2009
Through The Window
E as pessoas passam pela janela preocupadas com coisas como... Who farted? (esta e' a vantagem do verao... Andar ao ar livre sem se preocupar com janelas fechadas).Ontem, em conversas a respeito da classificacao dos animais dome'sticos, chegamos a's seguintes conclusoes historicas (eu e M.A.) que em breve deverao ser publicadas pelas melhores revistas cientificas do universo.
Animais dome' sticos sao classificados entre as seguintes categorias:
1. Bicho de Chao: Tipo de animal que vive no chao da casa, deita no chao da casa, pegando o cheiro dos tapetes. Exemplos obvios: cachorro, gato viralatas.
2. Bicho de cama e sofa: Especie de animal caseiro cujo habitat natural eh o sofa da sala ou a cama do seu proprietario. Exemplos obvios: gato de raca, gato chato de raca, cachorro de bolso.
3. Bicho de mesa: Animais caseiros que vivem em cima de mesas e bancadas, geralmente engaiolados ou em aquarios. Exemplos comuns: Hamsters, peixes.
4. Bicho de parede: Tipo de bicho que (voce ja' sabe...). Exemplos corriqueiros: jacare de parede, papagaio, pintassilgo.
5. Bicho freestyle: Tipo especial de bicho que se utiliza de todas as areas da casa para sobreviver. Exemplos nao tao obvios: rato branco, hamster solto, cachorro estabanado, sagui (macaquinho).
PS. Naum estou ficando analfabeto. Este post foi inteiramente redigido sem acentos por mera frescura deste navegador que esta embaralhando tudo (ficou bonitinho assim, ne). Eh que aqui em Jaboatao os teclados nao tem acentos.
Mas preparem-se ladies... Ainda hoje volto a escrever devidamente acentuado.
Nesse Who Farted acontece de tudo mesmo... Tsk tsk...
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12 março 2009
O Possível Improvável

Nada é mais estimulante do que buscar o Possível Improvável.
Aquilo que provavelmente não acontecerá, mas é, afinal, possível de acontecer.
Buscar o Possível Improvável requer não apenas coragem, mas ousadia, ímpeto, e uma boa dose de egotrip, pois ao mesmo tempo em que se conhecendo os perigos dos caminhos ainda se caminha, ainda é preciso assumir antecipadamente os prejuízos de uma tentativa mal-sucedida (que para todos os efeitos será), mas em última análise, ninguém se movimenta por um objetivo se não se entender completamente capaz e preparado para alcançá-lo.
Pegar um avião para o Caminho de Santiago e atravessá-lo de Air Nike é relativamente mais fácil do que colocar uma mochila nas costas e pegar um ônibus na porta de casa sem destino certo, nem hora certa pra voltar, talvez cantando canções de fé e devoção em troca da cerveja mais gelada, ou ganhando um beijo ou dois da donzela mais bonita da platéia. Acredite... O segundo exige maior desprendimento e ousadia do que o primeiro, e ensina muito mais.
Maior que ousadia, ou poderíamos chamar apenas de cara-de-pau transcedental, é simplesmente resolver que não vai passar pela vida sem tentar tudo o que seu "destino" lhe propôs a fazer.
Parece óbvio não desafiar o destino, mas é isso que fazemos diariamente, imaginando erroneamente que o destino nos tiraria o livre arbítrio, e não entendendo que um é necessário para que exista o outro.
Nada poderia me deixar mais feliz, e empolgado com a vida do que simplesmente me propor a isto tudo.
Got my tickets babe... Won't you come with me?
Como certa vez disse Jim: It'll be an easy ride.
Que o acaso nos ofereça cúmplices à altura do crime e que tenhamos sabedoria para identificá-los.
Pssssss....
Porra, que texto chato esse...
Daqui a pouco, acabarei postando um salmo aqui pra vocês e uma citação da Ana Maria Braga...
Não... Não... Basta dizer que... caramba... Que legal...
11 janeiro 2009
O Nonsense de Elm Street

Num dia, a gente sabe de tanta coisa, no outro a gente não sabe de nada.
A vida é uma lata de sardinha, é uma fantasia, é uma invenção da consciência.
Abro a porta e vejo uma luz muito forte, do tipo que cega - por isso, sempre carrego comigo meus óculos escuros.
Descobri que não existem passos mal dados. Existem falhas de percepção.
É - percepção.
Percepção é uma explicação melhor para o que chamamos "razão" - percebe?
Quem perceberia que ser um palhaço do mundo poderia significar ser o único a ter razão suficiente para suportar a visão alheia?
Esta luz pode te cegar, meu irmão.
Déjà Vu: Apenas a cerveja, o vinho, a cachaça e o sexo inconsequente seriam capazes de unir todas as raças, nações e credos deste mundo maluco. Por isso, a maioria das religiões radicais proíbe o uso de bebidas alcoólicas, anticoncepcionais e camisinhas.
Caros colegas leitores deste completo nonsense paranoico, a ordem do dia é: troquem suas mulheres (ou homens) por uma guitarra elétrica e um amplificador decente. Revolucionem o mundo.
Parem de comer arroz e feijão e adiram ao projeto "bolsa coxinha com Catupiry e Coca-Cola".
Quebrem suas janelas, façam xixi na praia, criem um cachorro sarnento, desrespeitem uma placa, digam para uma mulher que você a ama, mesmo que ela não entenda nada e nem se abale por seus sentimentos evaporativos.
Destrua o mundo. O seu mundo.
Comece do zero, e arraste a monotonia com um tsunami de mal-comportamentos.
Use muitos hifens, rompa muitos himens, corrompa a moral e os bons costumes.
No final de tudo, você vai descobrir que não foi o único, nem o último, e que a vida e o mundo continuarão ali naquele mesmo canto escuro do universo, numa festa para a qual ninguém lhe enviaria um convite (seja penetra, ô merdalhão).
Sente-se na praia, ligue a TV de seu celular e assista à Ana Maria Braga.
Ela sim, lhe passará uma mensagem de otimismo para esse dia.
Eu não quero lhe falar de otimismo.
Eu quero tudo ótimo.
Se o meu ótimo é ruim pra você, faça o seu.
Se o seu seu é seu pra você, guarde bem guardado.
Ah... Deixa eu pegar meus óculos escuros...
Deixa eu abrir a maçaneta...
Deixa, que essa luz toda é minha e só minha.
Toc, toc, toc... Que foi? Sai da frente, ô chupeta.
Pode vir quente, que eu estou vivendo.
Mas antes deixa eu dar uma voltinha ali pela praia.
Apague a luz quando sair e não bagunce nada.
Eu já volto.
"click"
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05 julho 2007
Good-Bye, So Long, Adeus...
Meu adeus solene aos sanduíches do Mc Donnald´s e Burger King, aos salgadinhos e folhados com morta(n)dela de padaria, aos bolos recheados, às churrascarias nordestinas, às feijoadas... Putzzz....Pode acreditar... Vou entrar em regime alimentar alternativo, para desfazer minha silhueta alternativa. ;)
Em breve, estarei como esta vaca da foto: malhado.
Não que eu me importe de ter uma saudável barriga de quem gasta mais com boa alimentação do que com calças da Diesel (talvez nem todos entendam isso... Welll...Fuckwel...), mas como não gosto de deixar nada pela metade, e já havia começado este processo lento no ano passado, resolvi retomar o ritmo das malhations days and nights.
Ainda que eu sempre escolha uma academia que esteja mais próxima de um bom boteco com cerveja gelada, acho que isto vai render o que falar...
Moçoilas, vejam que bacana: além de bonito, gostoso, Rico, sensual, e semi-escorregadio (isso é qualidade, babes... não é?), ainda serei malhadão... Caramba! Quem resistirá?
Jammit anyway...
Vamos ver pelo lado bom... Pelo menos ganharei ainda mais resistência física e respiratória.
Alguém aí tem alguma boa idéia sobre o que eu poderia fazer com isto? Hmmm... Talvez, andar de skate... Não... Definitivamente, passo essa opção.
Pra comemorar, fui a uma padaria e detonei um belo bolo de milho, ainda com influências juninas nordestinas... Ah... Cê já sabe... Despedida... hmpffff...
Mas também, deixo desde já minha declaração aberta: se alguém me vir usando uma porra de calção ciclista de malha, e bandana de toalha na cabeça, chame a carrocinha.
E eeeeeeeuuuuuu vou pagar mais, se for o caso, mas eeeeeeuuuu escolho a música!
Bahhhhh... Comentário teenager terminal extended...
Eric Clapton is on the house, pleeeeeeeeeese!
Cadê minha garrafa de Coca-Cola bem gelada, hein??????
Have fun, hons! :)
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01 julho 2007
Não sei ser gente grande

Não ria do título deste post, porque isto não deveria ter graça nenhuma...
O fato é que não sei viver chatosamente, no mundo mágico-trágico dos adultos com mais de 18 anos de idade menstrual... Guu Guuuu Da Dáaaaaa...
Odeio coisa chata!
Ainda lembro que na escola, enquanto todos planejavam ser médicos, advogados e engenheiros, eu sonhava em ser algo entre agente secreto e astro do rock internacional...
Enquanto meus colegas de faculdade estavam buscando estágios, eu estava organizando festas, montando bandas...
Sempre fui capaz de montar uma casa noturna com pouco mais de R$2.000,00 (ou o equivalente, dependendo da época e local...)
Nunca ninguém conseguiu me provar que era impossível... ;)
Quando a maioria de meus amigos estava se tornando treinee em alguma corporação altamente corporativista de camisa branca e gravata fashion e criativa do Pateta, lá estava eu, agenciando minhas amigas modelos, fotografando mulher pelada, estas coisas...
E por falar em mulher pelada... Eta coisa complexa isso de mulher... Sabe como é... Todo cara se contenta com a miss simpatia, enquanto sonha com a Paris Hilton...
Mas eu, cê sabe... Precisava comer a Paris Hilton mesmo (vide posts anteriores...)
Todos os meus amigos arrumavam aquelas namoradinhas certinhas... As minhas tinham de ser aquelas simpáticas com todo mundo, ou estavam chifrando namorados, ou eram casadas, ou sei lá... Saíram peladas numa revista qualquer, ou correndo peladas pela janela do meu apartamento... Complexas... Ou misses egocentrismo agudo latente ou explicitamente com alguma ardência no rabo.
Alguns já me disseram que isto é minha necessidade de aparecer... Outros já apostam que se trata de baixa auto-estima (????? Pois é...). Eu ainda gosto de acreditar que eu gosto de emoções fortes e singelas... ;))
Tá bom... Sei que sou paradoxalmente chato porque reclamo de não ter nada certo para amanhã, mas se tivesse, estaria reclamando da rotina cansativa (ufffaaaa....). :(
Também, paradoxalmente, sou romântico e espero encontrar a minha princesa de longas madeixas no alto da torre do dragão mágico gay...
E foda mesmo é acreditar que a Paris Hilton está lá naquela torre, indefesa... Quando na verdade ela deve fazer até cafuné no dragão-zinho cute-cute.
Sou o super Garoto-Enxaqueca do bem... Ou não?
Também, quem se importa mesmo? Blahhhhhh... Quero uma garrafa de Coca-Cola bem gelada...
Acho que não vim ao mundo para achar respostas... Estou aqui para encher o saco... Só isso.
Amanhã, só queria ter dinheiro para tomar café da manhã em Paris, sem estar trabalhando pra ninguém... Mas só pra reclamar do cheiro do rio que se mistura ao dos croissants... Bom... Pode ser semana que vem, também...
Aliás... A grana pra isto eu certamente tenho. Quer se juntar a mim? Só falta a grana das passagens e do hotel... Mas o café está garantido! :)
Putzzzz... Hoje estou falando muita asneira... Te aconselho a assistir a TV Senado, se quiser algo inteligente (Tá bom, pastel... Estou sendo sarcástico...)
Domingo é foda... Tédio... Nada pra fazer (Só aquela festa chata na casa das gêmeas lésbicas mais tarde, e a recepção na casa do pai da minha ex-namorada maluca semi-tiazinha penetra da Malhação)
Acho que vou tomar um porre de saquê e dormir no tapete do banheiro (odeio rotina...)
Se bem que estar sempre fora da rotina também é rotina. Fuuuuuck it! Desisto...
É Fantástico.... Tchan!
Para alegrar... Enquanto todos fingiam que entendiam "Sunday Bloody Sunday" do U2, naquela época eu insistia em ouvir uma bandinha de FM chamada Katrina & The Waves que tocava um rock´n´roll raiz do cacete e virulento, delicioso, e infelizmente foi esquecida pela entojada história do rock... Mas guess what... Aposto que dessaí você se lembra, e vai dar um sorriso imenso de nostalgia... E quem sabe até procurar seus Cds na internet pelo emule... yeah babe...
Deixo vcs com Walking On Sunshine, o seu single mais conhecido e tocado... É o mais pop, mas nem por isso menos delicioso de ser ouvido... Divirtam-se!
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26 junho 2007
O maluco casadoiro
Neste fim de semana alguém estava me perguntando:"Mas, afinal, porque aquele seu casamento com aquela menina foi prás cucúias naquele ano que o Who Farted começou?"
Ah... Tá... Já sabe que uma pergunta como esta é um fantástico mote para vários filosofartments e recalques filosoficamente embasados e... Blah... Blah... Blah...
Mas deixa eu explicar de uma maneira realmente ilustrativa, o que ocorre na maioria dos casos de casamentos desfeitos...
Uma menina linda olha para um maluco qualquer na rua, cabeludo, barbudo e mal vestido, com aquele charme de doidão das brenhas, meio intelectual, meio marxista, meio Shrek, meio feio mesmo... :/
Daí, a menina acha que olhar é pouco, e para chocar a sociedade e suas amigas do prédio, resolve se apaixonar pelo maluco, e usa de todas as suas armas e artimanhas para fazer o cara pensar que ele é o grande Don Juan que levará o grande prêmio para a cama...
Pobrezinho... :(
Enfim, os dois acabam se apaixonando mesmo, e vão pro casório...
Como primeira providência após as núpcias e mais alguns meses de lua-de-mela-cuecas, trepadas na cozinha e cenas de sexo outdoors, a menina olha pro carinha e diz:
"Ihhh... Esse cabelo já tá muito grande e feio... Tá na hora de cortar isso aí..."
O cara faz aquela bela cara de pastel de queijo, abobalhado, diz que ela tá certa, e corta bem curtinho, assim, tipo homem mesmo... Faz até a barba...
Daí, a espouuuuuusa olha pro josé manoel que só veste camiseta preta de monstro e fala:
"Olha só... Vc tá precisando comprar umas camisas de homem... Não aguento mais te ver de camiseta preta..."
O Zé vai correndo até a C&A mais próxima e compra um monte de camisas de tiozinho, xadrez, pólo, coisas do gênero (todas por apenas R$29,99 no cartão C&A)...
A maricota olha pro cara, então, e exclama...
"Nossa! Agora sim, está parecendo um homem de verdade!" - até a sogra do cara elogia...
Ok... Vc já entendeu... Os próximos passos são a garota dar uma bermuda careta de presente de aniversário, e trazer um CD do Julio Iglesias pra dentro de casa, tocando insistentemente até o pastel se acostumar e colocar na sua lista de CDs preferidos do Orkut...
Então vêm aquelas contas pra pagar da prestação da geladeira, do fogão, das cortinas da Tok Stok, do carro, uffaaaa.... O cara não para de trabalhar pra dar conta do estilo de vida que a mariazinha o convence que é coisa de macho de verdade...
Claro... Dinheiro ganho por mulher não é justo usar pra pagar conta... Precisa ser usado para para comprar perfumes, calcinhas, roupas, creme para bochecha... Hmmmm... (tá... Eu sei que estou pegando pesado... Mas vá lá... Estou sendo sarcástico e cínico... Tenho alguma licença poética, apesar de ouvir seus gritos estéricos do outro lado da tela - sim, gritos "estéricos" são gritos "histéricos" em som "estéreo"... também... precisa explicar tudo, né? Capaz.....)
Daí, um belo dia, a terezoca vem pro cara e fala:
"Ah meu... Cê tá muito careta... Não é mais o mesmo cara que eu conheci... Só pensa em trabalho... Parece um tiozinho com essas roupas... Afffff... Quero me divertir! Quero liberdade!"
Ah é? Nenê... Eu também quero! :))
E aí, a mina arruma outro cabeludo barbudo com jeito de bad boy e vai pras cucúias, dançar numa rave da Xuxa, e viajar pra praia deserta, juntinho com seu casamento e metade de tudo que você pensou que sabia (sim... sim... Elas levam junto um pouco do seu ponto de vista, suas idéias, seus conhecimentos, suas energias...).
Ah já sei... Normal... Vão me chamar de machista... Mané....
Euuuuuuuuu?????
Nada disso... Espero que as mulheres continuem sendo mulheres, e os homens continuem sendo homens, a não ser que sejam gays (e tudo certo também...).
Apesar de meu texto maldoso, percebam que a culpa de tudo é sempre do cara... (ou não é?) ;)
Mas completando...
Quando me perguntaram isso, a pergunta deveria levar a outra pergunta, que era...
"Você faria isso tudo de novo?" - Claro que esta pergunta foi feita com aquele olhar inquisidor feminino de uma mulher de mais de trinta verões...
Mas a resposta é sempre um redondo sim, sem restrições... Ainda que não necessariamente com a menina que me perguntou... ;)
Afinal, gostar de mulher é isso aí.... Gostar de complicações e complicações...
Elas são melhores quando são complicadinhas mesmo...
Mas calma lá... Não estão querendo me casar tão cedo não, né?... ;))
Aaaaaai... Caralho! Quem foi que atirou esse tomate aí???? (desculpe o palavrão...)
Não! Nãaaaaaao... Pedra já é de mais.... Ouch! :\\
13 junho 2007
As mudanças da vida...
Cuidado com esta geladeira, porra! - Ai, ai, ai..... Aperta direito estes pinos da máquina de lavar roupas! - Putzzzzz.....Pode deixar que os CDs e DVDs eu mesmo levo. ;)
Haja paciência para mudanças... Por isso mesmo em sempre achei que a melhor alternativa de vida é a "SlowLife" (busca na Google).
Por mim, bastavam mesmo dois pares de tênis, umas três bermudas, algumas cuecas e meias, uma TV de Plasma de 84 polegadas, um Home Theater, um belo colchão de molas e um laptop... O resto é supérfluo (com exceção dos CDs e DVDs, é claro).
Mas é foda mesmo... As pessoas ficam te pressionando a comprar coisas e mais coisas, roupas de marca, um fogão, cuecões sexy, perfumes afrodisíacos, whoa..... :))
E carro????? Toda vez que eu conto a alguém que eu não tenho carro e nem planejo comprar um, vejo o brilho nos olhos se desfazer em decepção...
"Ah.... Aonde está aquela interessante aura mistico-filosófica que você viu em mim há 10 minutos? Será que ela só anda de carro?"
A idéia é mudar tudo mesmo - trabalho, endereço, telefone, mulher, cabelo e perfume.
Mas penso que agora me limitarei a mudar de endereço.
Vejam como esta vida prende a gente: mudar de trabalho, não posso pois preciso alimentar os gatos... Mudar de telefone, não é vantagem pra ninguém... Pra mudar de mulher, preciso primeiro arranjar uma... Meu cabelo parece estar indo embora, e eu vou implorar para que ele fique mais um pouco... E meu perfume... Ah... Esse eu posso mudar.
Ah... Peraí que eu vou mudar de computador.... Byeeeeeeeee! ;)
E por falar em mudanças... Aí vai uma pérola, sobre o que significa viver na cidade de Jaboatão dos Guararapes (sim, esta mesma, do leão que comeu um menino no shopping e daquele edifício areia branca que desmoronou...). Assistm e deleitem-se! :))
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27 dezembro 2006
Escolhendo um caixão de Natal

Desta vez a viagem estava prometendo mesmo...
Pegamos a estrada para a cidade de Limoeiro, interiorrrrr de Pernambúcio, pra passar o Natal no sítio de bodes do Steve, meu sócio e amigo...
Ainda na estrada, ao som dos Dexter Midnight Runners, que eu já não ouvia desde a época em que costumava tomar longos banhos lendo os artigos de economia da revista Playboy (se é que você me entende), compramos uma grade de 24 garrafas de cerveja Colônia sem gelo (e assim permaneceriam até a última garrafa).
Se você não conhece a qualidade da cerveja Colônia, que nos custou a bagatela de R$1,00 por garrafa, prefira continuar sem conhecer... Ou não ande com o Steve por aí. ;)
Chegamos na casa do sítio e já fomos informados de que teríamos de nos degladiar com um perú duro... Hei.... Não ria não... Era um perú duro meeeesmo... Criado na capoeira...
A peãozada rindo da nossa cara, enquanto eu sugeria uma receita italiana de perú no vinho, pra amaciar o bicho...
O cachorro da área, na verdade, quase quebrou um dente tentando rasgar um pedaço do bicho assado no dia seguinte.
Pegamos a estrada para a cidade de Limoeiro, interiorrrrr de Pernambúcio, pra passar o Natal no sítio de bodes do Steve, meu sócio e amigo...
Ainda na estrada, ao som dos Dexter Midnight Runners, que eu já não ouvia desde a época em que costumava tomar longos banhos lendo os artigos de economia da revista Playboy (se é que você me entende), compramos uma grade de 24 garrafas de cerveja Colônia sem gelo (e assim permaneceriam até a última garrafa).
Se você não conhece a qualidade da cerveja Colônia, que nos custou a bagatela de R$1,00 por garrafa, prefira continuar sem conhecer... Ou não ande com o Steve por aí. ;)
Chegamos na casa do sítio e já fomos informados de que teríamos de nos degladiar com um perú duro... Hei.... Não ria não... Era um perú duro meeeesmo... Criado na capoeira...
A peãozada rindo da nossa cara, enquanto eu sugeria uma receita italiana de perú no vinho, pra amaciar o bicho...
O cachorro da área, na verdade, quase quebrou um dente tentando rasgar um pedaço do bicho assado no dia seguinte.
Se chamar "fiu fiu, Bin Láden, olha o perú" o bicho sai correndo... (Bin Láden é o nome do cachorro)
Ah... Mas tudo isso é história pra bode dormir...
Na véspera de Natal, já embebidos naquela caixa de Cerveja Colônia sem gelo, meia garrafa de whisky Bells (uuuurrrgh) e outras macabrices alcoólicas de festa no interior, fomos informados de que um de nossos vizinhos havia falecido e NÓS, como pussuidores do ÚNICO carro da região e... O Steve, sendo marido da ÚNICA médica no raio das três cidades mais próximas... Seríamos responsáveis por carregar o corpo do morto no carro até o hospital mais próximo e iniciar os processos para o enterro.
Ah... Mas tudo isso é história pra bode dormir...
Na véspera de Natal, já embebidos naquela caixa de Cerveja Colônia sem gelo, meia garrafa de whisky Bells (uuuurrrgh) e outras macabrices alcoólicas de festa no interior, fomos informados de que um de nossos vizinhos havia falecido e NÓS, como pussuidores do ÚNICO carro da região e... O Steve, sendo marido da ÚNICA médica no raio das três cidades mais próximas... Seríamos responsáveis por carregar o corpo do morto no carro até o hospital mais próximo e iniciar os processos para o enterro.
Mas calma lá... Nem tanto assim...
Por sorte minha (já que se dependesse do Steve o morto vinha conosco sentadinho, mesmo...) o rapaz que nos acompanharia sugeriu que a própria funerária viesse buscar o corpo no local.
Sim, pois o morto era assinante de um plano funerário que dava direito a todos os serviços necessários para seu enterro no cemitério local.
Isto, contudo, não nos eximiria da divertida tarefa de visitar a funerária, levando toda a documetação do "Seu Mocinho" o morto, que pegou a todos de surpresa com sua inesperada morte aos 91 anos de idade, justamente quando estava doente e de cama (como isso foi acontecer tão cedo?).
Fomos então à festa do povoado local, em Mendes...
Fazer o quê? Você me perguntaria....
Encontrar um senhor de 2300 anos de idade, que estava com as passagens... ooops digo... Com os documentos necessários para solicitarmos o caixão para o Seu Mocinho.
Como a tarefa era relativamente complexa, se considerássemos que toda a comunidade local estava alí... Tivemos de passar pelo menos uma hora bebendo alguma cerveja gelada de qualidade (ufffaaaa!) e ouvindo música brega... Enquanto nosso guia, tentava encontrar o bom velhinho.
Com os tais documentos em mãos, chegamos à funerária por volta das 23:00hs da véspera de Natal e fomos atendidos por um cara macabro, de camisa havaiana que parecia estar medindo nossas alturas e larguras pra saber se podia nos vender um de seus planos funerários...
Enfim, tudo resolvido...
Esperamos o carro funerário ser preparado, caixão escolhido e carregado, e seguimos juntos para mostrar o caminho...
Na esquina seguinte, paramos nós com o carro funerário, em um posto de gasolina para abastecer e tomar mais cerveja, enfim... Confraternizar!!!!!!!! É quase Natal! Jingle Bells, Jingle Bells!
Bom... Ou quase isso... Fomos bebendo no carro até a casa onde aconteceria o velório...
É eu sei... A esta altura você já deve estar me chamando de idiota... "Como pode beber na estrada????? Levando um carro funerário, ainda mais?????"
Bom... Alguém tinha de se divertir um pouco, oras!:)
O ministério da saúde mental adverte: "Se beber não dirija guiando um carro de papa-defunto".
Como era véspera de Natal, conseguimos chegar intactos à casa do velório, graças a várias intervenções divinas.
Caixão arrumado, morto vestido, viúva consolada...
Por sorte minha (já que se dependesse do Steve o morto vinha conosco sentadinho, mesmo...) o rapaz que nos acompanharia sugeriu que a própria funerária viesse buscar o corpo no local.
Sim, pois o morto era assinante de um plano funerário que dava direito a todos os serviços necessários para seu enterro no cemitério local.
Isto, contudo, não nos eximiria da divertida tarefa de visitar a funerária, levando toda a documetação do "Seu Mocinho" o morto, que pegou a todos de surpresa com sua inesperada morte aos 91 anos de idade, justamente quando estava doente e de cama (como isso foi acontecer tão cedo?).
Fomos então à festa do povoado local, em Mendes...
Fazer o quê? Você me perguntaria....
Encontrar um senhor de 2300 anos de idade, que estava com as passagens... ooops digo... Com os documentos necessários para solicitarmos o caixão para o Seu Mocinho.
Como a tarefa era relativamente complexa, se considerássemos que toda a comunidade local estava alí... Tivemos de passar pelo menos uma hora bebendo alguma cerveja gelada de qualidade (ufffaaaa!) e ouvindo música brega... Enquanto nosso guia, tentava encontrar o bom velhinho.
Com os tais documentos em mãos, chegamos à funerária por volta das 23:00hs da véspera de Natal e fomos atendidos por um cara macabro, de camisa havaiana que parecia estar medindo nossas alturas e larguras pra saber se podia nos vender um de seus planos funerários...
Enfim, tudo resolvido...
Esperamos o carro funerário ser preparado, caixão escolhido e carregado, e seguimos juntos para mostrar o caminho...
Na esquina seguinte, paramos nós com o carro funerário, em um posto de gasolina para abastecer e tomar mais cerveja, enfim... Confraternizar!!!!!!!! É quase Natal! Jingle Bells, Jingle Bells!
Bom... Ou quase isso... Fomos bebendo no carro até a casa onde aconteceria o velório...
É eu sei... A esta altura você já deve estar me chamando de idiota... "Como pode beber na estrada????? Levando um carro funerário, ainda mais?????"
Bom... Alguém tinha de se divertir um pouco, oras!:)
O ministério da saúde mental adverte: "Se beber não dirija guiando um carro de papa-defunto".
Como era véspera de Natal, conseguimos chegar intactos à casa do velório, graças a várias intervenções divinas.
Caixão arrumado, morto vestido, viúva consolada...
Finalmente, era nossa hora de comer aquele perú que ainda estava se debatendo lá no forno!
Mas ainda não...
Mas ainda não...
Não, sem antes pagar o preço por dirigir bebendo cerveja gelada na noite de Natal enquanto guiávamos o carro da funerária...
Jamais, também, sem antes quase nos tornarmos os próximos clientes VIP do papa-defunto...
Tentando fazer uma arriscadíssima manobra de colocar o carro na posição de ir embora, em uma estrada de terra nas montanhas, depois da meia-noite, sem qualquer iluminação externa fora os faróis do carro, caímos em um imenso buraco...
Sabe aquelas cenas em que o James Bond fica com o carro pendurado num penhasco tentando equilibrar seu peso para não cair? Pois é...
Nossa sorte é que o penhasco era baixo.... Mas também, o inglês que estava no volante não era exatamente o James Bond.
Saímos devagarzinho... Abrindo a porta sem balançar o carro... Eu... E o Paulo (o cara que veio nos guiando -???).
Sim! Deixamos o Steve lá... Pendurado... Segurando o volante.
Depois de muito reflertirmos e estudarmos o terreno, concluímos que era seguro pular no buraco de vez, com o carro...
E foi isso que o Steve fez, em mais uma manobra zero-zero-seteana.
E... De dentro do buraco, foi possível subir o penhasco no carro e retornar à estrada.
Afinal, ainda havia meia garrafa de Bells (uuurgh) nos esperando em casa...
E... Foi muito bom saber, na manhã do dia seguinte, que todos na região ouviram e viram o acidente da cratera e ninguém se mexeu pra ajudar...
Oito horas desta mesma manhã seguinte, chegam mais dois do mato:
"Pessoar... O Zé tá se remoendo e virando os óio lá naquelaa outra casa... Vcs podem levar ele rápido pra um hospitarrrr?"
Well... Esta já é outra longa história...
Eu? Pra mim já era o bastante... Fui dormir de novo, enquanto o Steve começou sua nova aventura... Tsk... Tsk...
Sim, não nos leve a mal. Somos boas pessoas e não saímos por aí bebendo na estrada não! :))
Não espalhem isso por aí, ok?
Nossa... este post ficou longo... hehehe Mas foi merecido.
2007 promete muuuuuito.
Divirtam-se!
Jamais, também, sem antes quase nos tornarmos os próximos clientes VIP do papa-defunto...
Tentando fazer uma arriscadíssima manobra de colocar o carro na posição de ir embora, em uma estrada de terra nas montanhas, depois da meia-noite, sem qualquer iluminação externa fora os faróis do carro, caímos em um imenso buraco...
Sabe aquelas cenas em que o James Bond fica com o carro pendurado num penhasco tentando equilibrar seu peso para não cair? Pois é...
Nossa sorte é que o penhasco era baixo.... Mas também, o inglês que estava no volante não era exatamente o James Bond.
Saímos devagarzinho... Abrindo a porta sem balançar o carro... Eu... E o Paulo (o cara que veio nos guiando -???).
Sim! Deixamos o Steve lá... Pendurado... Segurando o volante.
Depois de muito reflertirmos e estudarmos o terreno, concluímos que era seguro pular no buraco de vez, com o carro...
E foi isso que o Steve fez, em mais uma manobra zero-zero-seteana.
E... De dentro do buraco, foi possível subir o penhasco no carro e retornar à estrada.
Afinal, ainda havia meia garrafa de Bells (uuurgh) nos esperando em casa...
E... Foi muito bom saber, na manhã do dia seguinte, que todos na região ouviram e viram o acidente da cratera e ninguém se mexeu pra ajudar...
Oito horas desta mesma manhã seguinte, chegam mais dois do mato:
"Pessoar... O Zé tá se remoendo e virando os óio lá naquelaa outra casa... Vcs podem levar ele rápido pra um hospitarrrr?"
Well... Esta já é outra longa história...
Eu? Pra mim já era o bastante... Fui dormir de novo, enquanto o Steve começou sua nova aventura... Tsk... Tsk...
Sim, não nos leve a mal. Somos boas pessoas e não saímos por aí bebendo na estrada não! :))
Não espalhem isso por aí, ok?
Nossa... este post ficou longo... hehehe Mas foi merecido.
2007 promete muuuuuito.
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